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Patria Expande Real Estate de R$ 700 milhões para R$ 38 bilhões em três anos

Patria encerra ciclo de aquisições com a compra da RBR, elevando ativos para cerca de R$ 38 bilhões e definindo 66% tijolo e 34% papel.

Rodrigo Abbud, head de Real Estate na Patria Investimentos
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  • O Patria Investimentos atingiu R$ 38 bilhões em ativos sob gestão após a aquisição dos 12 fundos listados da RBR, elevando a participação em papel (crédito) e tijolo ( ativos imobiliários) a 34% e 66%, respectivamente.
  • A operação encerra o ciclo de aquisições, fortalecendo a integração, governança e oferecer uma plataforma mais líquida para cotistas.
  • A trajetória começou com o IPO em 2021, a aquisição da VBI Real Estate em 2022 e a compra do real estate do Credit Suisse/UBS em 2023, seguido pela incorporação da Genial Investimentos e da Vectis Gestão em 2024-25.
  • Rodrigo Abbud, sócio e head de Real Estate Brasil, foi peça central na expansão, incluindo a criação do maior fundo de logística do Brasil, o HLG, com patrimônio líquido de cerca de R$ 10 bilhões.
  • O foco atual é crescimento orgânico, integração de plataformas e maior eficiência, evitando a pulverização de estratégias e buscando maior diversificação para investidores institucionais e varejo.

Patria Investimentos avançou de forma acelerada no setor imobiliário, consolidando uma plataforma de private equity com foco em real estate. Em 2021, iniciou o percurso após o IPO, seguido de aquisições estratégicas que ampliaram o portfólio para quase 38 bilhões de reais.

A trajetória incluiu a aquisição da VBI Real Estate em 2022, elevando o patrimônio para bilhões e abrindo canais de varejo. Em 2023, a compra do real estate do Credit Suisse/UBS impulsionou o tamanho da gestora para cerca de 20 bilhões de reais.

Em 2024-2025, a carteira ganhou fôlego com Genial Investimentos e Vectis Gestão, aproximando-se de 30 bilhões. O movimento mais recente foi a aquisição de 12 fundos listados da RBR, que elevou ativos para aproximadamente 38 bilhões.

Novo patamar e composição de ativos

Antes da compra da RBR, o portfólio total girava em torno de 30 bilhões, com 73% em tijolo e 27% em papel. A incorporação elevou a participação de tijolo para 66% e reduziu o peso de papel para 34%.

Essa mudança reforça a estratégia de plataforma integrada, com maior liquidez e diversificação para cotistas. A direção afirma que o modelo ganha escala, credibilidade e condições de captação.

O papel de Rodrigo Abbud e a visão da gestão

Rodrigo Abbud, sócio e head de Real Estate Brasil, liderou o planejamento desde o IPO em 2021. Ele aponta a consolidação como capaz de atravessar diferentes ciclos de mercado, com foco em integração de plataformas.

Abbud participou da criação da VBI Real Estate, que ajudou a estruturar a base da plataforma. Hoje, ele aponta a maturidade do modelo e o fortalecimento da oferta para investidores institucionais e varejo.

Encerramento do ciclo de aquisições

O último movimento, a aquisição dos 12 fundos da RBR, encerra o ciclo agressivo de aquisições. A meta é crescer de forma orgânica, com maior eficiência e governança, evitando pulverização de estratégias.

A estratégia vigente prioriza fusões que conectem ativos semelhantes, criando fundos maiores e mais diversificados. A visão é manter a liderança, com uma plataforma imobiliária verdadeiramente integrada.

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