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Varejo cai 1,6% em novembro, aponta Stone, mesmo com Black Friday

Varejo cai 1,6% em novembro e recua 3,7% ante o ano; apenas três de oito setores sobem, com destaque para móveis, vestuário e hipermercados

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Varejo permanece desacelerado
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  • O varejo brasileiro caiu 1,6% em novembro, segundo o Índice do Varejo Stone (IVS), com recuo de 3,7% ante o mesmo mês do ano anterior.
  • Três dos oito segmentos analisados tiveram alta: móveis/eletrodomésticos (1%), tecidos/vestuário/calçados (0,3%) e hipermercados/alimentos/bebidas/fumo (0,2%).
  • Os maiores recuos ficaram com construção (-3,2%), combustíveis/lubrantes (-2,7%) e papelaria (-1%).
  • Na comparação anual, nenhum segmento apresentou alta; as maiores quedas foram combustíveis/lubrantes (-6,7%) e móveis/eletrodomésticos (-5,1%).
  • Regionalmente, seis estados tiveram alta; Paraíba liderou com +5,2%, enquanto Roraima (-7,9%) e Tocantins (-7,8%) registraram as maiores quedas.

O varejo brasileiro registrou queda de 1,6% em novembro, segundo o Índice do Varejo Stone (IVS). A variação, feira pela relação com novembro de 2023, mostra recuo de 3,7% ante o mesmo mês do ano anterior. Mesmo com a Black Friday, a taxa não sustenta crescimento.

Entre os oito segmentos avaliados, apenas três apresentaram alta: móveis e eletrodomésticos↗ 1%, tecidos, vestuário e calçados↗ 0,3% e hipermercados, alimentos, bebidas e fumo↗ 0,2%. Os demais registraram queda, com destaque para construção e combustíveis.

A retração mensal de 1,6% foi acompanhada por impactos setoriais: construção caiu 3,2%, combustíveis/lubrantes recuou 2,7% e papelaria caiu 1,0%. Demais segmentos tiveram quedas menores, incluindo artigos farmacêuticos e itens de uso pessoal e doméstico.

Em relação ao acumulado do ano, nenhum segmento apresentou alta. Combustíveis e lubrificantes liderou as quedas com 6,7%, seguido por Móveis e Eletrodomésticos em baixa de 5,1%. Hipermercados, supermercados, alimentos e fumo caíram 4%.

Regiões e interpretações

Seis estados registraram alta anual, com Paraíba liderando ( +5,2%). Em contrapartida, Roraima caiu 7,9% e Tocantins, 7,8%. O economista da Stone, Rômullo Carvalho, aponta que o desafio vai além da sazonalidade: emprego ainda sustenta consumo básico, mas endividamento e custo do crédito freiam compras.

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