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Bolsonaro é internado por broncopneumonia e passa por avaliação médica

Bolsonaro permanece internado na UTI com broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa, exigindo monitoramento próximo e antibióticos

O chefe do médico da UTI, Everton Padilha Gomes, examina uma radiografia de tórax de um paciente em um hospital de campo criado para tratar pacientes que sofrem da doença por coronavírus (COVID-19) em Guarulhos, São Paulo
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  • O ex-presidente Jair Bolsonaro foi internado na UTI do Hospital DF Star, em Brasília, na sexta-feira, 13, com broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa.
  • O quadro começou com febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios; exames confirmaram a infecção.
  • A pneumologista explica que a broncopneumonia envolve múltiplos focos infecciosos em lobos diferentes dos pulmões.
  • A condição é considerada potencialmente grave e requer monitoramento e tratamento com antibióticos; a pneumonia é uma das principais causas de mortalidade em idosos.
  • A prevenção envolve vacinação contra a pneumonia e a de influenza, além de avaliação médica regular, especialmente para pessoas com mais de sessenta anos ou imunidade comprometida.

Jair Bolsonaro foi internado nesta sexta-feira no Hospital DF Star, em Brasília, na UTI, com broncopneumonia bacteriana de provável origem aspirativa. O quadro levou à necessidade de monitoramento intensivo e tratamento com antibióticos. A internação ocorreu após agravamento de sintomas como febre, queda de saturação de oxigênio e sudorese.

Boletim médico aponta que a entrada na UTI ocorreu com febre alta, saturação de oxigênio baixa e calafrios. Exames de imagem e laboratoriais confirmaram o diagnóstico de broncopneumonia bacteriana, com múltiplos focos de infecção em diferentes lobos pulmonares.

O que significa o diagnóstico

Segundo a pneumologista Marcela de Oliveira, a broncopneumonia envolve infecção em várias áreas dos pulmões, sem distribuição única. O quadro pode exigir cuidados intensivos, dependendo da resposta do organismo e de comorbidades. A especialista ressalta que a pneumonia permanece entre as principais causas de morte em pacientes hospitalizados.

Sinais, tratamento e fatores de risco

Os sinais incluem tosse, febre, dor no peito e falta de ar, além de prostração e indisposição. Em pacientes com imunidade comprometida, os sintomas podem ser atípicos. O tratamento padrão envolve antibióticos e monitoramento clínico, com maior atenção em grupos de risco.

Prevenção e contexto

A pneumologista destaca que a pneumonia é, em muitos casos, consequência de infecção bacteriana causada principalmente pelo pneumococo, contra o qual existem vacinas. Crianças, idosos e pacientes com comorbidades devem manter avaliação médica regular e considerar vacinação, conforme indicação médica, para redução do risco. A influenza também pode contribuir para coinfecções que evoluem para pneumonia.

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