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Governo de NSW nega encobrimento em surto fúngico letal no hospital

Governo de NSW nega encobrimento de surto fúngico no Royal Prince Alfred; informou pacientes e famílias para não alarmar, enquanto mortes ocorreram por aspergilose

Health minister Ryan Park said authorities had prioritised informing patients and families of the deadly fungal outbreak late last year.
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  • O ministro da saúde de New South Wales negou encobrimento de um surto fúngico letal no Royal Prince Alfred, hospital de referência em Sidney, afirmando que não divulgou ao público para evitar alarmar as pessoas.
  • O clusters de infecções por Aspergillus atingiu a unidade de transplantes, matou dois pacientes e deixou mais quatro doentes, entre outubro e novembro de 2025.
  • A oposição acusa o governo de ocultação após a divulgação dos documentos sob ordem parlamentar, sendo o anúncio feito pela primeira vez na quarta-feira.
  • O hospital abriu apuração interna, instalou filtros de ar adicionais e, em dezembro, notificou as autoridades; um painel de especialistas orientou a resposta, com foco em informar pacientes, familiares e funcionários.
  • A construção de reabilitação no hospital, com investimento de cerca de US$ 940 milhões desde 2023, é apontada como possível fator que disseminou o Aspergillus; o surto levou ao fechamento temporário da unidade de transplantes e reabertura em 9 de fevereiro.

O governo de NSW negou ter encoberto um surto mortal de fungos no Royal Prince Alfred, em Sydney. O episódio ocorreu no final de 2025, na unidade de transplantes do hospital, causado pelo fungo aspergillus. Dois pacientes morreram e quatro ficaram adoentados. A decisão foi não tornar público para evitar alarmar a população.

A oposição acusou uma ocultação após o governo divulgar o surto apenas nesta semana, por meio de documentos obtidos em ordem parlamentar. O ministro da Saúde, Ryan Park, afirmou que as informações visaram pacientes e familiares, não o público em geral.

O fogo cruzado político ganhou contornos com dados sobre início das infecções em outubro e mortes em novembro. A Direção de Saúde Local de Sydney informou que o hospital realizou investigação interna e instalou filtros de ar extras antes de alertar o público em dezembro. Deb Willcox descreveu o processo à imprensa.

Medidas, prazos e orientações técnicas

Park informou que, em 24 de dezembro, o gabinete foi avisado e a NSW Health convocou um painel de especialistas liderado pela chefe de saúde, Dr. Kerry Chant. O grupo orientou a comunicação com pacientes, familiares, visitantes e equipes, não com o público em geral.

A responsável pela oposição, Sarah Mitchell, cobrou transparência, dizendo que o governo deveria ter informado desde o início. Nesta linha, enfatizou que pacientes e famílias merecem clareza sobre o que ocorreu.

Segundo Chant, o surto coincidiu com obras de renovação iniciadas em 2023 no RPA. A construção é citada como possível fator de disseminação, com a ausência de monitoramento de ar em larga escala em hospitais. Um sétimo óbito foi registrado, mas não relacionado ao surto, segundo a autoridade.

O hospital fechou temporariamente a unidade de transplantes e transferiu pacientes para outra enfermaria em dezembro. A área passou por limpeza profunda, revisão de teto e renovação de filtros antes de reabrir em 9 de fevereiro.

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