- Brasil tem sessenta e dois casos confirmados de mpox, sem mortes, com maior concentração no Sudeste (São Paulo tem 44, Rio de Janeiro 9, Rondônia 4).
- Também há mais de 180 notificações suspeitas; setenta e um ou mais casos ainda estão em análise em São Paulo, enquanto 57 casos foram descartados.
- Ministério da Saúde acompanha a situação continuamente; o Sistema Único de Saúde está preparado para atender pacientes e identificar novos episódios.
- A mpox é causada por um vírus transmitido principalmente por contato próximo com a pele de pessoa infectada; sintomas comuns incluem febre, dor de cabeça e lesões na pele.
- O tratamento é de suporte, com isolamento até a cicatrização completa das lesões, geralmente entre duas e quatro semanas.
O Brasil registra 62 confirmações de mpox, segundo o Ministério da Saúde e as secretarias estaduais. Não há mortes associadas à doença no país até o momento.
A maior concentração de casos ocorre em São Paulo, com 44 ocorrências. Rio de Janeiro soma 9, seguido por Rondônia com 4. Bahia (2), Rio Grande do Sul (1), Santa Catarina (1) e Distrito Federal (1) completam a lista de estados com registros confirmados.
Além das confirmações, o país contabiliza mais de 180 notificações suspeitas. Desse total, 57 foram descartadas após investigação. Em São Paulo, mais de 70 casos permanecem em análise, aguardando resultado definitivo. O Ministério da Saúde afirma monitorar a situação continuamente e que o SUS está preparado para atender pacientes com sintomas e identificar novos episódios rapidamente.
Sobre mpox
A mpox é causada por um vírus da mesma família da antiga varíola e é transmitida principalmente por contato próximo com pele de pessoas infectadas, especialmente com lesões. Entre os sintomas estão febre, dor de cabeça e lesões na pele que formam bolhas.
A doença pode evoluir para complicações graves em alguns casos, com estimativas de até 10% de evolução para óbito em cenários críticos, sem adequada vigilância. O tratamento é de suporte, com foco no alívio de sintomas e prevenção de complicações, já que não há medicamento específico aprovado.
A transmissão ocorre principalmente por contato direto com a pele ou secreções, e também pode ocorrer por objetos compartilhados. Orienta-se isolamento até a cicatrização completa das lesões, período que varia de duas a quatro semanas conforme evolução clínica.
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