- O ator Eric Dane, 53 anos, faleceu nesta quinta-feira e já havia sido diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA, doença neurodegenerativa que provoca paralisia motora irreversível).
- A ELA faz com que neurônios se desgastem ou morram, levando ao enfraquecimento muscular, dificuldades para respirar e, com o tempo, perda de função dos membros.
- Segundo o Ministério da Saúde, cerca de vinte e cinco por cento dos pacientes vivem por mais de cinco anos após o diagnóstico; Stephen Hawking viveu 55 anos com a doença.
- A idade é o principal fator de risco, com maior prevalência entre 55 e 75 anos; em torno de dez por cento dos casos são genéticos.
- Sintomas comuns incluem fraqueza, perda de coordenação, dificuldades na fala, deglutição e respiração; o diagnóstico envolve avaliação clínica, exames como eletromiografia e imagem, e o tratamento inclui medicações, fisioterapia e fonoaudiologia para melhorar a qualidade de vida.
Eric Dane, ator de Grey’s Anatomy, morreu aos 53 anos nesta quinta-feira. Ele havia sido diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença neurodegenerativa que provoca paralisia progressiva. A confirmação do diagnóstico foi divulgada antes da morte.
A ELA atinge o sistema nervoso, fazendo com que os neurônios se desgastem e deixem de enviar mensagens aos músculos. O quadro leva a fraqueza, perda de coordenação e, com o tempo, à incapacidade de respirar por conta própria.
Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 25% dos pacientes vivem por mais de cinco anos após o diagnóstico. O caso de Stephen Hawking é citado como referência de longevidade dentro da doença, que não tem cura.
O que é ELA
A sigla vem de esclerose (endurecimento), lateral (porção lateral da medula) e amiotrófica (atrofia muscular). A doença é uma das principais neurodegenerativas, ao lado de Parkinson e Alzheimer.
Sintomas e diagnóstico
Entre os sinais estão fraqueza muscular progressiva, dificuldade para falar, engolir e respirar. O diagnóstico envolve avaliação clínica, exames de sangue, ressonância, eletromiografia e testes genéticos.
Tratamento
O tratamento foca em melhorar a qualidade de vida com medicamentos, fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia. Não há cura, e as abordagens buscam retardar a progressão dos sintomas.
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