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Firmas avaliam ação por mulheres com tumores cerebrais após contraceptivos

Firmas de advocacia no Reino Unido estudam ações contra Pfizer por casos de meningiomas ligados ao Depo-Provera

Pfizer, which manufactures Depo-Provera, has not admitted liability and is contesting litigation in the US
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  • Escritórios de advocacia britânicos avaliam ação coletiva contra a Pfizer em favor de mulheres que desenvolveram tumores cerebrais após usar Depo-Provera; Austen Hays, Fletchers e Leigh Day já estão envolvidos.
  • Diversos estudos indicam que o Depo-Provera aumenta o risco relativo de meningioma, embora o risco global permaneça baixo; tumores benignos podem causar convulsões, visão, audição e problemas de memória.
  • Depo-Provera é uma injeção de progesterona sintética de alta dose aplicada a cada três meses; no mundo, cerca de 74 milhões de mulheres utilizam métodos anticoncepcionais injetáveis e, no Reino Unido, 3,1% das mulheres entre 15 e 49 anos.
  • Os advogados afirmam que a Pfizer tinha conhecimento do risco desde pelo menos 2015 e não avisou adequadamente pacientes nem reguladores; há interesse de levar casos ao Reino Unido.
  • Nos Estados Unidos, milhares de mulheres processam a Pfizer; o processo federal está na liderança de três escritórios, com primeira audiência prevista para dezembro; a Pfizer afirma que não houve responsabilidade comprovada.

UK law firms avaliam ações em defesa de mulheres que desenvolveram tumores cerebrais após uso de Depo-Provera

Firmas de advocacia no Reino Unido estudam possibilidade de processar o fabricante Pfizer em nome de mulheres que desenvolveram tumores no cérebro após uso prolongado da injeção anticoncepcional Depo-Provera. O medicamento é uma progesterona sintética aplicada a cada três meses.

Depo-Provera é usado para contracepção e sintomas menstruais, com relatos de maior risco relativo de ter meningoma, tumores benignos que podem causar convulsões, perda de visão, surdez, dores de cabeça e problemas de memória. O risco absoluto permanece baixo.

Austen Hays informou ter potenciais clientes; a Fletcher’s está buscando pacientes e Leigh Day avaliou a fundamentação de ações. Advogada da Austen Hays afirmou que cerca de 30 mulheres desenvolveram meningomas após uso prolongado.

Segundo a parceria, as vítimas impactadas relatam consequências graves, como perda de visão e, em um caso, interrupção de gravidez. As firmas buscam estabelecer fundamentos jurídicos para ações no Reino Unido contra a Pfizer.

A Leigh Day disse já acompanhar preocupações sobre Depo-Provera e avaliar a viabilidade de uma ação coletiva, com expectativa de posição clara em breve. Ainda não houve confirmação de responsabilização por parte da Pfizer.

Paralelo às ações no Reino Unido, tramita nos EUA um processo federal envolvendo cerca de 2.500 mulheres, liderado por três escritórios de advocacia. O caso acusa a Pfizer de saber dos riscos de meningoma desde 2015, sem avisar adequadamente pacientes e reguladores.

Pfizer não reconheceu responsabilidade e contestou as ações. Relatos de vítimas dos EUA descrevem impactos persistentes, como sequelas visuais, alterações cognitivas e dificuldades de qualidade de vida.

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