- Brasil não tem casos confirmados de Nipah; Ministério da Saúde afirma que informação circulando nas redes é falsa.
- Organização Mundial da Saúde classifica o risco como baixo e destaca que o surto na Índia está próximo do fim; apenas dois casos confirmados, todos com contatos testados negativos.
- Não há evidência de disseminação internacional ou risco para a população brasileira; o vírus Nipah está ligado a morcegos de espécies não presentes no Brasil.
- Governo mantém vigilância permanente e intensifica ações de combate à desinformação por meio do programa Saúde com Ciência, em parceria com várias pastas e órgãos.
- Cidadãos podem ajudar checando informações antes de compartilhar, denunciando conteúdos falsos pela plataforma FalaBr e pelo WhatsApp do Ministério da Saúde.
O Ministério da Saúde desmentiu uma notícia falsa que circula nas redes sociais sobre Nipah no Brasil. Não há nenhum caso confirmado, nem evidência de disseminação internacional. O risco de pandemia permanece considerado baixo.
A Organização Mundial da Saúde indica apenas dois casos na Índia, ambos em trabalhadores de saúde. 198 contatos já foram identificados e testados, todos com resultado negativo. O último registro ocorreu em 13 de janeiro.
Segundo a OMS, o vírus Nipah está associado a morcegos de espécies que não existem no Brasil, afastando qualquer risco atual para a população brasileira. Não há casos fora da Índia nem em outros países citados por conteúdos desinformativos.
Saúde pública e combate a boatos
O Ministério reafirma o compromisso com a transparência e a ciência. A vigilância em saúde e a divulgação de informações oficiais são enfatizadas para prevenir desinformação.
O programa Saude com Ciência, criado pela pasta e pela Secom, atua na defesa da vacinação, na valorização da ciência e no combate à desinformação. A iniciativa envolve ainda parcerias com diversos ministérios e órgãos públicos.
Contribuição cidadã e canais oficiais
Qualquer pessoa pode colaborar desmentindo boatos e alertando contatos sobre conteúdos duvidosos. Denúncias podem ser feitas pela plataforma FalaBr, com relatório sobre o que foi publicado.
O Ministério também disponibiliza um chatbot via WhatsApp para esclarecer dúvidas, por meio do número oficial do órgão. A atuação é orientada pela precisão técnica e pela fontes confiáveis.
Entre na conversa da comunidade