- O administrador do Medicare e Medicaid, Dr. Mehmet Oz, pediu que as pessoas tomem a vacina contra o sarampo, em meio a surtos em vários estados e risco de perder o status de eliminação da doença.
- O surto na Carolina do Sul já chega a centenas de casos; há também um surto na fronteira entre Utah e Arizona, com outros estados registrando casos neste ano.
- Especialistas dizem que doenças preveníveis por vacina voltaram a aumentar, possivelmente por desconfiança pública em relação às vacinas.
- Oz afirmou que a vacinação contra o sarampo é essencial e que o Medicare e o Medicaid continuarão cobrindo a vacina, que faz parte do calendário básico de imunização.
- O governo federal revisou algumas recomendações de vacinação infantil; estados têm autoridade para definir regras de vacinação escolar.
A directora da Administração de Serviços de Saúde e Assistência da indústria de Medicare, Dr. Mehmet Oz, pediu nesta semana para que a população se vacine contra o sarampo, diante de surtos em vários estados e do risco de perda do status de eliminação da doença nos EUA. A mensagem central é de urgência e de que há uma solução disponível.
Oz, cirurgião cardíaco que comanda o órgão, defende as recomendações federais de vacinação e afirma que a vacinação continua coberta por Medicare e Medicaid. Ele ressaltou que o sarampo é uma doença com impacto significativo e que a vacina faz parte do calendário básico de imunização.
Em entrevista, o trecho divulgado destacou que nem todas as enfermidades apresentam o mesmo nível de perigo nem afetam a todos de forma igual, mas o sarampo é uma exceção que merece proteção. O médico reforçou que a vacina é recomendada para todos, sem barreiras de acesso.
Surtos recentes ocorreram sobretudo entre crianças, com casos registrados na Carolina do Sul, na fronteira entre Utah e Arizona e em outros estados ao longo do ano. O total de casos ainda cresce, elevando a preocupação com a manutenção da erradicação da doença.
A situação ocorre em meio a debates sobre confiança pública em vacinas e divergências sobre orientações de saúde pública. Autoridades federais apontam que episódios de desconfiança podem contribuir para a expansão de doenças anteriormente controladas.
Contexto e desdobramentos
O governo federal revisou recentemente algumas recomendações de vacinas infantis, em meio a questionamentos promovidos pela administração anterior. Segundo analistas, estados têm autonomia para exigir vacinação escolar, o que tem levado a alianças estaduais para contrabalançar diretrizes federais.
Dados federais indicam queda nas taxas de vacinação e aumento na parcela de crianças com isenções. Paralelamente, há elevação de doenças preveníveis por imunização, como sarampo e coqueluche, em várias regiões do país. As autoridades ressaltam a importância da vacinação para proteção coletiva.
Fontes próximas às autoridades de saúde indicaram que a vacina do sarampo continua disponível e coberta pelos planos de saúde federais. Não houve anúncio de mudanças nessa cobertura, que é crucial para manter a proteção da população.
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