- Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que uma mulher teve morte em janeiro no norte de Bangladesh após contrair o vírus Nipah.
- A paciente, entre 40 e 50 anos, apresentou febre, dor de cabeça e, depois, sialiação excessiva, confusão e convulsões; faleceu uma semana após os sintomas.
- Não houve histórico de viagem; há registro de consumo de seiva de palmeira de tâmara crua.
- Treze contatos da paciente estão sendo monitorados e todos testaram negativo para Nipah; até o momento, não houve novos casos.
- O risco de propagação internacional é considerado baixo pela OMS, que não recomenda restrições de viagem ou comércio; não há vacina ou tratamento específico disponíveis.
A mulher identificada com Nipah morreu na região norte de Bangladesh, em janeiro, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). O caso é o segundo registrado na região em relação a países vizinhos, após notificações na Índia.
A vítima tinha entre 40 e 50 anos. Ela apresentou febre, dor de cabeça e, em seguida, salivação excessiva, confusão e convulsões. O diagnóstico foi confirmado um dia após a morte.
Não houve histórico de viagem da paciente. Houve relato de consumo de seiva de palmeira-datada crua, que é associada a alguns surtos de Nipah. A comunidade médica investiga a origem da infecção.
Ao todo, 35 contatos próximos foram monitorados e testados para Nipah, todos com resultados negativos até o momento. Não foram identificadas novas ocorrências até a atualização mais recente.
A OMS classifica o risco de disseminação internacional como baixo e não recomenda restrições de viagem ou comércio com base nas informações atuais. O Nipah pode ser transmitido por produtos contaminados por morcegos, mas a transmissão entre pessoas é limitada.
Contexto regional: em 2025, Bangladesh registrou quatro casos fatais laboratoriais de Nipah. Não há medicamentos ou vacinas licenciados específicas para a infecção. A vigilância sanitária permanece atenta a eventuais novos casos.
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