- O Ministério da Saúde apoia consulta ao setor produtivo para mapear oportunidades de inovação radical no SUS, com participação de Sindusfarma e SCTIE.
- A pesquisa “Panorama Setorial de Inovações Radicais em Saúde” está aberta até o dia 9 de fevereiro e é direcionada a profissionais ligados à inovação.
- O objetivo é integrar diretrizes, prioridades e instrumentos do programa, considerando desafios regulatórios, produtivos e tecnológicos.
- A confidencialidade dos dados é assegurada: informações serão usadas apenas de forma agregada, sem identificar empresas.
- O Programa Nacional de Inovação Radical em Saúde recebeu 67 milhões de reais e terá o CNPEM como centro-âncora, acompanhando o ciclo completo de desenvolvimento até inserção no SUS.
O Ministério da Saúde reforça ações para estruturar o Programa Nacional de Inovação Radical em Saúde, visando tecnologias de alto desempenho para o SUS. A iniciativa dialoga com o setor produtivo, reguladores, academia e sociedade civil.
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE) coordena o esforço, buscando incluir visões do ecossistema e ampliar a capacidade de inovação. A participação envolve diferentes atores para orientar diretrizes e prioridades.
A SCTIE integrou a formulação de uma pesquisa sobre a indústria farmacêutica instalada no país. O levantamento é realizado em parceria com o Sindusfarma, entidade que representa empresas nacionais e internacionais do setor.
A pesquisa “Panorama Setorial de Inovações Radicais em Saúde” está aberta até 9 de fevereiro. Profissionais associados à área de inovação podem participar pelo site do Sindusfarma.
O objetivo é mapear perfil das empresas, áreas de inovação, gargalos, regulação, financiamento, resultados e perspectivas, mantendo confidencialidade das informações. Dados serão tratados de forma agregada.
O questionário contém 24 perguntas distribuídas em blocos temáticos, com progressão lógica para orientar o diagnóstico setorial antes de etapas futuras.
O Programa Nacional de Inovação Radical em Saúde, anunciado em novembro, terá investimento de 67 milhões de reais pelo Ministério da Saúde para acelerar tecnologias inovadoras no SUS.
O programa acompanhará todo o ciclo de desenvolvimento, da descoberta científica à inserção no mercado e no SUS, buscando soluções de alto impacto e soberania sanitária.
A governança será integrada por comitês científicos, regulatórios e de negócios, com infraestrutura tecnológica avançada. O CNPEM atuará como centro-âncora, reunindo laboratórios e competências nacionais.
O objetivo é transformar capacidade científica em soluções tecnológicas, fortalecendo o desenvolvimento industrial brasileiro e a soberania tecnológica na área da saúde.
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