- O Ministério da Saúde lançou edital nesta terça-feira (3) oferecendo 3 mil vagas de residência médica, com investimento de R$ 3 bilhões pelo governo federal.
- O governo passa a responder por mais de 60% do total de residentes no país, o que corresponde a 35 mil profissionais, com bolsas voltadas a áreas prioritárias do SUS.
- A medida faz parte do programa Agora Tem Especialistas, que, em parceria com o Ministério da Educação, criou 806 novos programas de residência médica.
- Também foi aberto edital para selecionar 900 médicos especialistas em 16 especialidades prioritárias, com atuação prevista em regiões remotas, de alta demanda e maior vulnerabilidade social.
- Atualmente há 583 médicos especialistas no programa; a meta é chegar a 1.500, com a maior parte atuando no interior (48,7%) e em regiões metropolitanas (34%).
O Ministério da Saúde abriu edital para 3 mil vagas de residência médica, com bolsas financiadas pelo governo federal. A medida busca ampliar a presença de médicos especializados no SUS, elevando a participação federal para mais de 60% do total de residentes no país, hoje em torno de 35 mil profissionais. O investimento total previsto é de 3 bilhões de reais.
A iniciativa integra o programa Agora Tem Especialistas, em conjunto com o Ministério da Educação, para ampliar a oferta de formação médica. O objetivo é distribuir melhor os profissionais por todo o país, especialmente em áreas consideradas prioritárias pelo SUS.
Entre os resultados esperados, há criação de 806 novos programas de residência médica, fortalecendo a formação de especialistas. Dados do ministério indicam aumento de vagas em cirurgia oncológica e neurologia pediátrica no último ano, com crescimento de cerca de 15%.
Especialistas
O edital para 900 médicos especialistas prevê atuação em 16 especialidades prioritárias, entre elas anestesiologia, cirurgia geral, radiologia, mastologia, ginecologia e oncologia clínica. O foco serão regiões remotas, áreas com alta demanda e maior vulnerabilidade social.
Atualmente, 583 médicos especialistas atuam no programa em todas as regiões do país. Com o novo edital, a expectativa é chegar a 1.500 profissionais. A maior parte atua no interior (48,7%) e em regiões metropolitanas (34%).
Segundo o Ministério da Saúde, as ações não são isoladas e fazem parte de políticas de formação profissional em saúde, em parceria com o Ministério da Educação. Autoridades ressaltam a importância da atualização e da abertura de instituições formadoras para esse desenvolvimento.
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