- A Anvisa anunciou que a cannabis medicinal poderá ser adquirida em farmácias de manipulação e cultivada por pessoas jurídicas, como empresas e associações.
- A mudança, por meio de resolução, amplia a regulamentação e permite produção, comercialização e uso da planta de forma mais ampla no Brasil.
- A norma visa facilitar o acesso dos pacientes e estimular a pesquisa e o desenvolvimento de produtos à base de cannabis.
- Especialistas afirmam que o uso medicinal não aumenta o risco de dependência, pois é controlado por profissionais de saúde; o CBD não é psicoativo e o THC requer cautela.
- A regulamentação entra em vigor imediatamente; farmácias de manipulação já podem solicitar autorização para producir medicamentos à base de cannabis medicinal, beneficiando milhares de pacientes.
A Anvisa anunciou nesta quarta-feira 30 que a cannabis medicinal poderá ser adquirida em farmácias de manipulação e cultivada por pessoas jurídicas, como empresas e associações. A medida resulta de uma resolução que altera a regulamentação do uso da planta no Brasil.
A mudança flexibiliza a produção, venda e uso de cannabis medicinal, com o objetivo de ampliar o acesso dos pacientes e estimular pesquisas e desenvolvimento de produtos à base de cannabis no país.
Especialistas destacam que o uso medicinal permanece sob supervisão de profissionais de saúde, não elevando o risco de dependência quando bem conduzido. CBD não é psicoativo; THC exige cautela.
Nova regulamentação e impactos
A regulamentação anterior limitava produção e comercialização, dificultando acesso dos pacientes e a pesquisa científica. Com a mudança, farmácias de manipulação poderão preparar medicamentos à base de cannabis, mediante normas sanitárias.
A Anvisa afirma que a medida deve ampliar o uso terapêutico da planta, já utilizado para epilepsia, dor crônica, ansiedade e outros transtornos. A aprovação reforça o compromisso com inovação no setor farmacêutico.
A norma entra em vigor imediatamente, e as farmácias já podem solicitar autorização para produzir medicamentos à base de cannabis medicinal. A expectativa é beneficiar milhares de pacientes e estimular a economia e a pesquisa no país.
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