- Débora Dunhill, ex-Miss Bumbum, teve reação alérgica após aplicar sangue menstrual no rosto, apresentando vermelhidão e irritação; o alívio veio apenas após lavar com água e sabonete neutro.
- A prática ganhou adesão no TikTok, com nomes como “Menstrual Masking” e “#PeriodMask”, mas não há evidências clínicas de benefício para a pele.
- A dermatologista Marcella Alves, da Onne Clinic (RJ), ressalta que pesquisas com células derivadas do endométrio não se traduzem em segurança ou eficácia do uso direto do sangue menstrual na estética.
- Entre os riscos estão infecções bacterianas e fúngicas, dermatite de contato, inflamação e agravamento de condições como acne, rosácea e peles sensíveis.
- O sangue menstrual não é material estéril e não deve ser aplicado diretamente na pele.
Débora Dunhill, ex-Miss Bumbum, relatou irritação após aplicar o sangue da própria menstruação no rosto como técnica de skin care. A prática ganhou força no TikTok, com rótulos como Menstrual Masking e PeriodMask. O objetivo narrado era melhoria da pele.
A modelo diz ter visto um vídeo sobre o método e lido comentários sobre resultados positivos. Ao aplicar, observou vermelhidão, calor e coceira logo após o uso. Ela lavou o rosto com água e sabonete neutro para aliviar o incômodo.
Segundo a profissional consultada, não há evidências científicas de benefícios estéticos ao usar sangue menstrual na pele. A prática não é respaldada por estudos clínicos que comprovem eficácia ou segurança.
Riscos potenciais vão além da falta de comprovação. O sangue menstrual contém tecido endometrial, secreções e microrganismos, o que pode favorecer infecções, dermatites de contato e inflamações cutâneas. Dermatologista alerta para riscos de agravamento de condições como acne e rosácea.
Elemento: a dermatologista Marcella Alves, da Onne Clinic (RJ), ressalta que o uso direto do sangue menstrual não é seguro nem esterilizado e não deve ser adotado como tratamento estético.
Essa orientação reforça a necessidade de cautela com práticas promovidas nas redes sociais sem embasamento científico. Profissionais recomendam métodos aprovados pela comunidade médica para cuidados com a pele.
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