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Mais de metade da nossa expectativa de vida pode ser herdada dos pais, aponta estudo

Estudo internacional aponta que até 54% da variação da longevidade é herdada geneticamente quando mortes por fatores externos são retiradas

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Fotografia de mulheres negras de idades diferentes sentadas no sofá com mãe idosa e bebê.
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  • Estudo internacional com gêmeos aponta que cerca de 54% da diferença na longevidade é herdada, quando seconsidera apenas mortes por envelhecimento biológico.
  • Ao excluir mortes por fatores externos (acidentes, violência, doenças infecciosas), a semelhança entre gêmeos idênticos aumenta e a influência genética praticamente dobram.
  • Pesquisadores analisaram bancos de dados da Dinamarca e da Suécia, usando modelos para estimar cenários sem mortes externas.
  • Apresenta o conceito de “hereditariedade da longevidade intrínseca”, pensando em indivíduos a partir dos 15 anos como referência para medir o envelhecimento biológico.
  • Mesmo com esse avanço, metade da variação na longevidade continua ligada a fatores ambientais, estilo de vida e acaso; resultados sugerem que a genética tem papel maior do que se pensava, mas não é determinante por si só.

Mais da metade da nossa expectativa de vida pode ser herdada dos pais. Essa é a conclusão central de um estudo internacional que reanalisou dados de gêmeos e chegou a um valor superior ao estimado anteriormente. A pesquisa foi publicada na revista Science.

A investigação aponta que a genética explica cerca de 54% das diferenças de duração da vida quando se excluem mortes por fatores externos, como acidentes, violência ou doenças infecciosas. Estudos com gêmeos ajudam a separar herança genética de ambiente.

A iniciativacomeça ao questionar o modo como as mortes são contabilizadas em estudos anteriores. Ao combinar mortes por envelhecimento com mortes externas, a contribuição genética parece menor do que realmente é. Esse desgaste de metodologia é apontado pelos autores.

Metodologia e principais achados

Pesquisadores utilizaram bancos de dados de gêmeos da Dinamarca e da Suécia, com modelos matemáticos para simular cenários sem mortes externas. O objetivo foi estimar a expectativa de vida caso tais óbitos não ocorressem.

Quando o ajuste é aplicado, a semelhança na longevidade entre gêmeos idênticos aumenta, elevando a participação genética na variação da vida. A estimativa de 54% se mantém ao restringir a análise apenas ao envelhecimento biológico.

Implicações e contexto

A equipe propõe o conceito de “hereditariedade da longevidade intrínseca”, focado no processo biológico de envelhecer após a adolescência, usando a idade de 15 anos como referência. Nesse critério, a genética continua influente de forma estável ao longo de períodos históricos.

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