Em Alta NotíciasPolíticaFutebolAcontecimentos internacionaisConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

IA em triagem de câncer de mama reduz diagnósticos tardios em 12%

Uso de IA na mamografia reduz diagnósticos tardios em doze por cento e aumenta detecção precoce, mas exige avaliação criteriosa e monitoramento contínuo

In the AI group, 81% of cancers were detected at the screening stage, compared with 74% in the control group.
0:00
Carregando...
0:00
  • Estudo sueco com 100 mil mulheres randomizou triagem com IA versus leitura por dois radiologistas entre abril de 2021 e dezembro de 2022, na mamografia de screening.
  • A IA analisa as imagens e distribui casos de baixo risco para leitura simples e casos de alto risco para leitura dupla, destacando achados suspeitos.
  • Triagem com IA reduziu diagnósticos de câncer nos anos seguintes em 12% (1,55 por mil na grupo com IA versus 1,76 por mil no grupo controle).
  • Detecção no estágio de triagem aumentou para 81% no grupo com IA, contra 74% no grupo sem IA; houve 27% menos cânceres agressivos no grupo assistido por IA.
  • Pesquisadores destacam benefício de apoiar radiologistas e detectar precocemente, mas ressaltam que IA não substitui profissionais e exige monitoramento contínuo.

O uso de inteligência artificial (IA) na triagem de câncer de mama reduziu em 12% a taxa de diagnóstico nos anos seguintes e aumentou a detecção precária, segundo o maior estudo até hoje. A pesquisa envolveu 100 mil mulheres na Suécia, entre abril de 2021 e dezembro de 2022.

As participantes foram designadas aleatoriamente para triagem com IA ou leitura tradicional por dois radiologistas. A IA avaliou mamografias e determinou casos de baixo e alto risco, apoiando as leituras dos especialistas.

Resultados

A triagem com IA levou a 1,55 casos de câncer por mil mulheres, frente a 1,76 no grupo convencional. Além disso, 81% dos cânceres no grupo com IA foram detectados na triagem, ante 74% no grupo convencional.

Mais de um quarto a menos de cânceres agresivos surgiu no grupo com IA (27%). O estudo foi publicado na Lancet e conduzido pela Lund University, na Suécia. Os pesquisadores destacam ganhos potenciais para o fluxo de trabalho e detecção precoce.

Os autores ressaltam que IA não substitui médicos: a leitura continua exigida por pelo menos um radiologista. A implementação deve ser cautelosa, com monitoramento contínuo e validação regional.

Pesquisadores recomendam mais estudos multicêntricos para confirmar resultados e adaptar ferramentas de IA a diferentes programas de rastreamento. A tecnologia pode reduzir carga de trabalho e ampliar detecção precoce.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais