- Vacinação de gestantes a partir da 28ª semana contra o vírus sincicial respiratório (VSR) para proteger bebês nos primeiros meses de vida.
- Estratégia inédita no SUS busca ampliar a proteção antes do período de maior circulação do VSR, que tende a subir a partir de fevereiro, com pico em abril e maio.
- Primeiro lote de 673 mil doses distribuídas aos estados e ao Distrito Federal; 88,4 mil aplicações desde 3 de dezembro; a pasta já adquiriu 1,8 milhão de doses.
- Vacina produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a Pfizer, no âmbito de uma Parceria para o Desenvolvimento Produtivo, com transferência de tecnologia e produção nacional de até 8 milhões de doses por ano.
- A expectativa é evitar cerca de 28 mil internações por ano e beneficiar aproximadamente 2 milhões de recém-nascidos; divulga o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A vacinação de gestantes a partir da 28ª semana amplia a proteção dos bebês contra o vírus sincicial respiratório (VSR), principal causador de bronquiolite em crianças menores de dois anos. A ação, lançada pelo Ministério da Saúde, tem como objetivo reduzir internações e óbitos nesse grupo sensível.
A estratégia, inédita no SUS, deve ocorrer antes do período de maior circulação do VSR, que tende a intensificar a partir de fevereiro, com pico entre abril e maio. A transferência de anticorpos da mãe para o bebê durante a gravidez protege a criança nos primeiros seis meses de vida, quando a vulnerabilidade é maior.
Ao todo, o governo distribuiu 673 mil doses do primeiro lote a estados e ao Distrito Federal, com 88,4 mil aplicações desde 3 de dezembro. O Ministério estima que a vacinação possa evitar cerca de 28 mil internações anuais e beneficiar aproximadamente dois milhões de recém-nascidos.
A vacina é produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a Pfizer, por meio de PDP assinada em setembro. O acordo prevê fornecimento imediato ao SUS, além da transferência de tecnologia e produção nacional de até 8 milhões de doses por ano, fortalecendo a soberania sanitária brasileira.
- Edjalma Borges, Ministério da Saúde
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