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Isabella Scherer revela que quase chorou de dor após enxaqueca

Isabella Scherer revela a primeira enxaqueca: dor intensa e impacto emocional, destacando diagnóstico precoce e manejo multidisciplinar

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Isabella Scherer — Foto: Reprodução/Instagram
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  • Isabella Scherer, 29 anos, contou em Stories do Instagram ter tido sua primeira enxaqueca, iniciando ontem à tarde com dor intensa.
  • O médico Tiago de Paula afirma que a enxaqueca é uma condição neurológica crônica que afeta a qualidade de vida e exige diagnóstico e tratamento precoce.
  • O neurologista destaca impactos emocionais, no sono, na atenção e nas relações, com sensibilidade à luz, ao som, náuseas e tontura.
  • A reportagem ressalta que hormônios, especialmente o estrogênio, influenciam a prevalência em mulheres, e que fatores como estresse e alimentação podem piorar o quadro.
  • O tratamento recomendado envolve abordagem global com mudanças de estilo de vida, acompanhamento nutricional e psicológico, além de opções como toxina botulínica e anti-CGRP, com foco na prevenção e no manejo consistente; cenas de Isabella com família aparecem nas redes.

Isabella Scherer, 29 anos, contou em seus Stories no Instagram que teve a sua primeira crise de enxaqueca. O episódio começou na tarde de ontem, com dor intensa que quase a fez chorar. A atriz descreveu a experiência como disruptiva para o dia a dia.

O neurologista Tiago de Paula esclarece que a enxaqueca é uma condição neurológica crônica, mais complexa do que uma simples dor de cabeça. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado ajudam a reduzir a progressão e o impacto na qualidade de vida.

A crise envolve dor latejante, sensibilidade à luz e ao barulho, náuseas e tontura, podendo prejudicar sono, memória e atenção. Há influência hormonal, com maior incidência em mulheres. Fatores como estresse e alimentação também pesam.

O tratamento recomendado é global e escalonado: mudanças de estilo de vida, acompanhamento nutricional e psicológico, além de opções farmacológicas validadas, como toxina botulínica e anti-CGRP. Fisioterapia e neuroestimulação também aparecem como possibilidades.

A reportagem destaca que a enxaqueca crônica não tem cura, mas pode ser controlada com manejo adequado. Isabella enfatiza o papel das questões hormonais e do impacto emocional das crises, reforçado por cenas com familiares e amigos nas redes.

Como desdobramento, imagens de Isabella com a família e a turma de amigos aparecem nas redes, evidenciando a presença da artista no meio digital. O foco da cobertura permanece na prevenção, no ajuste de gatilhos e no acompanhamento médico.

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