- Um estudo analisou 37,5 milhões de conversas desidentificadas do Copilot.
- Mostrou demanda por conselhos de relacionamento em fevereiro.
- Identificou pico de perguntas existenciais por volta das 2h da manhã.
- Sugeriu ampliar a IA além do chat padrão, com habilidades e personalidades diferentes para dispositivos.
- Propôs modelos de IA mais pessoais para plataformas móveis.
Um estudo recente analisou 37,5 milhões de conversas anonimizadas do Copilot para entender padrões de uso. Os dados revelam demanda por aconselhamento de relacionamento em fevereiro, com picos de perguntas existenciais em horários tardios.
Segundo a pesquisa, o período de maior atividade ocorreu ao redor das 2h. Os pesquisadores também observaram flutuações nas consultas feitas à IA durante a madrugada, associadas a questões sobre sentido e vida.
O conteúdo base indica que as conversas refletem interesse por orientação em relacionamentos, com a curiosidade sobre o papel da IA nesse tipo de tema. Além disso, o estudo sugere ampliar a IA além do chatbot padrão.
Propostas e desdobramentos
Os autores defendem ampliar a atuação da IA por meio de modelos com habilidades e personalidades distintas para diferentes dispositivos, incluindo opções mais pessoais para plataformas móveis. A ideia é adaptar a IA às necessidades e contextos de uso dos usuários.
Entre na conversa da comunidade