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Todos os Homens do Presidente completam 50 anos e continuam relevantes

Com cinquenta anos, All the President’s Men permanece relevante ao mostrar como jornalismo investigativo expõe abusos de poder e molda decisões históricas

Robert Redford in a shirt and tie holds a phone to his ear as he sits behind a cluttered desk in an newsroom. Behind him, at right, Dustin Hoffman does the same, writing in a reporters notebook.
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  • All the President’s Men, dirigido por Alan J. Pakula, mostra a dupla de repórteres Bob Woodward e Carl Bernstein investigando o escândalo Watergate que levou à renúncia de Richard Nixon.
  • Robert Redford e Dustin Hoffman vivem Woodward e Bernstein; Gordon Willis assina a fotografia, com uso marcante do “split diopter” para manter os foregrounds e backgrounds em foco.
  • O filme destaca o papel do Washington Post e de seu editor Bradlee ao manter a apuração, apesar da pressão política, celebrando o jornalismo investigativo.
  • The Post, de Steven Spielberg (2017), é apresentado como uma espécie de companheiro/continuação, enfocando Katherine Graham e Ben Bradlee durante a publicação dos Pentagon Papers.
  • O texto estabelece paralelos entre o passado retratado no cinema e temas atuais de poder, imprensa e financiamento, citando a influência de proprietários de veículos de comunicação e a defesa da independência jornalística.

All the President’s Men completa 50 anos e segue sendo referência do jornalismo investigativo. O filme de 1976 mostra Woodward e Bernstein desvendando o Watergate, com a liderança editorial da redacção a sustentar a apuração.

O longa é dirigido por Alan J. Pakula e estrelado por Robert Redford e Dustin Hoffman. A narrativa acompanha a dupla em meio a recusa de autoridades, fontes relutantes e a pressão de autoridades, mantendo o foco na veracidade dos fatos.

A produção é lembrada pela construção da tensão com a chamada porta a porta e o uso criativo de iluminação. Willis, em imagens em negativo, reforça o suspense, enquanto a dupla encara obstáculos para publicar a história decisiva.

No contexto atual, a produção é citada em debates sobre imprensa e poder. Em paralelo, o Washington Post enfrentou cortes de pessoal na primeira semana de fevereiro, sob gestão de Jeff Bezos, tema que reacende discussões sobre financiamento e autonomia da mídia.

A relação entre investimentos empresariais e independência jornalística é discutida por analistas. O filme é visto como exemplo de jornalismo poderoso que permanece relevante para avaliar os limites entre poder, governança e transparência.

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