- A moagem de cana no Centro-Sul somou 41,55 milhões de toneladas na segunda quinzena de maio, queda de 13,08% ante igual período do ano anterior, com chuvas que atrasaram a colheita.
- A produção de açúcar atingiu 2,2 milhões de toneladas, baixa de 25,62% na comparação anual.
- O mix de produção ficou em 44,17% açúcar na quinzena, ante 52,18% no mesmo periodo de 2023, com usinas destinando mais matéria-prima para etanol.
- A fabricação de etanol, incluindo o etanol de milho, totalizou 2,13 bilhões de litros na segunda quinzena de maio, alta de 4,56%.
- A Unica informou os dados reais, enquanto a S&P Global Energy estimou 2,4 milhões de toneladas de açúcar para a quinzena, queda de 19%.
A moagem de cana-de-açúcar no Centro-sul do Brasil somou 41,55 milhões de toneladas na segunda quinzena de maio. A queda foi de 13,08% frente ao mesmo período do ano anterior, devido às chuvas que interromperam o trabalho no campo.
A produção de açúcar foi de 2,2 milhões de toneladas, recuo de 25,62% na comparação anual. Os dados são da Unica e reforçam o impacto das condições climáticas sobre a moagem.
A esse ritmo, o mix de produção ficou em 44,17% para o açúcar na segunda quinzena, ante 52,18% no mesmo período de 2024, com usinas destinando mais matéria-prima para o etanol.
Mudanças no Mix e desempenho
O etanol, inclusive o de milho, atingiu 2,13 bilhões de litros na segunda quinzena de maio, alta de 4,56% frente ao ano anterior, segundo a Unica.
Observou-se ainda que as informações consolidadas vieram de dados da Unica, com complementação de fontes públicas por meio do Ministério da Agricultura, que apontaram recuos na moagem e na produção de açúcar.
Contexto e perspectivas
Especialistas e analistas externos, como a S&P Global Energy, estimaram queda menor para a produção de açúcar na segunda quinzena, com projeção de 2,4 milhões de toneladas, porém o resultado final ficou abaixo.
As chuvas seguem sendo citadas como fator limitante à colheita em áreas produtoras, influenciando o desempenho do setor canavieiro no curto prazo.
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