- A F1 pode estrear um sistema luminoso de alerta de perda de potência já no GP do Canadá, em cerca de dez dias.
- A ideia faz parte de mudanças previstas no regulamento técnico para 2026, buscando reduzir acidentes causados por diferenças bruscas de velocidade entre carros.
- As luzes acenderiam apenas quando o sistema híbrido não estiver entregando toda a potência disponível, com cores indicando estágios de perda de energia.
- O objetivo é dar mais tempo de reação aos pilotos que vêm atrás, diminuindo o risco de colisões em situações de redução repentina de desempenho.
- A FIA ainda precisa aprovar a implementação; até o momento, detalhes técnicos sobre cores e funcionamento definitivo não foram divulgados.
O regulamento técnico da F1 pode ganhar um novo recurso de segurança: um sistema luminoso para indicar quedas na potência elétrica. A FIA avalia a estreia já no GP do Canadá, em cerca de dez dias. A proposta integra o pacote regulatório de 2026.
A ideia é reduzir o risco de colisões provocadas por diferenças bruscas de velocidade entre os carros. Em situações em que o sistema híbrido não entrega toda a potência, as luzes seriam acionadas para sinalizar a redução de energia.
Cada cor representaria um estágio de perda de potência, desde quedas leves até casos graves de superclipping, quando a energia se esgota antes do fim da reta. Pilotos atrás ganhariam tempo para reagir.
Contexto regulatório
As luzes traseiras hoje aparecem apenas em condições específicas, sempre na cor vermelha. Em 2024, Aston Martin testou luzes azuis para indicar restrições no funcionamento do motor.
A F1 não confirmou os detalhes técnicos nem como cada cor se relaciona aos níveis de energia. A implementação depende de aprovação oficial da FIA e de ajustes no regulamento de 2026.
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