- Artemis 2 entrou na fase final de aproximação da Lua, atingindo a esfera de influência lunar às 1h42 no horário de Brasília.
- A nave Orion usará a gravidade lunar para ganhar impulso, em um sobrevoo que chegará a quase 63 mil quilômetros da Lua e 374 mil quilômetros da Terra, com recorde histórico de distância percorrida.
- O sobrevoo marca o primeiro desde 1972 e inclui revisão de planos de observação científica e teste de pilotagem manual.
- A tripulação é composta por Christina Koch, Reid Wiseman, Victor Glover (todos dos EUA) e Jeremy Hansen (Canadá); a missão também prevê fotografar diversos acidentes geográficos da superfície lunar.
- Os planos apontam para um retorno sustentável à Lua com base permanente, com pouso lunar previsto para 2028.
A missão Artemis 2 entrou na fase final de aproximação da Lua. A nave Orion utiliza a gravidade lunar para ganhar velocidade em um sobrevoo que deve render a primeira foto de alto nível da superfície lunar e ampliar a distância segura entre nave e Terra.
A tripulação é formada por Christina Koch, Reid Wiseman e Victor Glover, norte-americanos, e Jeremy Hansen, do Canadá. A missão é conduzida pela Nasa, com a participação de equipes de apoio em terra.
A esfera de influência lunar foi alcançada às 1h42 (horário de Brasília) desta segunda-feira, após a partida na semana anterior. O overfly previsto pode chegar a uma distância recorde, com a Lua a cerca de 63 mil quilômetros da Orion.
Durante a manobra histórica, a órbita da cápsula passa a ficar próxima da Lua, a aproximadamente 4 mil milhas de distância, permitindo visão ampla da superfície e de áreas próximas aos polos.
Planos revisados pela Nasa incluem teste de pilotagem manual e ajuste do plano científico de observação da superfície, com foco em registrar traços geológicos como fluxos de lava e crateras.
A tripulação realizou atividades de formação em geologia para descrever características lunares e fotografar áreas de interesse científico. O objetivo é comparar novas imagens com missões Apollo.
A missão Artemis 2 marca o retorno humano ao entorno lunar, preparando o caminho para uma base sustentável que sirva de plataforma para futuras expedições.
A Nasa espera realizar o primeiro pouso lunar com humanos em 2028, como etapa central do plano de exploração lunar de longo prazo, segundo informações da agência.
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