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Agentes do ICE detêm esposa de soldado dos EUA dias após o casamento

Esposa de soldado dos EUA é detida pela ICE no Fort Polk, dias após o casamento, atrasando o desdobramento do militar

Matthew Blank and Annie Ramos.
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  • Agentes do serviços de imigração dos Estados Unidos detiveram Annie Ramos, esposa do sargento do exército Matthew Blank, no posto militar Fort Polk, na Louisiana, poucos dias após o casamento.
  • Ramos, de 22 anos, não tinha registro criminal e estuda bioquímica; o casal havia iniciado o processo de legalização por meio de casamento antes do casamento.
  • Ela já havia recebido uma ordem de deportação em 2005, emitida à época em que era bebê, após a família não comparecer a uma audiência no tribunal de imigração.
  • O processo de Daca, criado para proteção de jovens que chegaram aos EUA na infância, não avançou durante a administração Trump, segundo o Times.
  • Ramos foi transferida para uma instalação de detenção em Basile, Louisiana; a família não pôde apresentar documentos que poderiam acelerar o pedido de residência permanente.

Oito dias de tensão: mulher de soldado é detida por ICE em base militar na Louisiana, dias após o casamento. Annie Ramos, 22 anos, foi levada a um prédio do exército em Fort Polk, enquanto Matthew Blank, 23, se preparava para o treinamento de implantação. A detenção ocorreu sob a operação de imigração em curso no governo atual.

Ramos, estudante de bioquímica e professora de escola dominical, já tinha um histórico de ordem de deportação emitida em 2005, quando era bebê, após a família não comparecer a uma audiência. Ela não possuía status migratório regular na época.

O casal havia contratado um advogado para iniciar o processo de residência permanente por meio do casamento, com a meta de obter cidadania no futuro. Blank confirmou à imprensa que eles estavam seguindo o caminho legal, sem irregularidades aparentes.

Na manhã de 2 de abril, o casal compareceu ao centro de visitantes do Fort Polk com documentos básicos, incluindo certidão de nascimento, passaporte hondurenho, certidão de casamento e ID militar. Não havia visto de residência permanente no momento do incidente.

Um funcionário do centro indicou que iriam verificar a situação de Ramos, que não possuía visto ou green card, mas a equipe informou que o advogado já tinha preparado a papelada. Logo, agentes da CID acionaram o ICE e a DHS para tomar providências.

Ramos foi algemada e transportada pela polícia militar para outra área, onde permaneceu em uma sala descrita pela família como de interrogatório. Três agentes do ICE chegaram em seguida e comunicaram que a retirada era necessária.

A detenção ocorreu na sequência de contato com o ICE, segundo relatos da família, com traços de constrangimento entre autoridades. O casal aguardava para mover Ramos para um escritório de benefícios com a intenção de ativar direitos de cônjuge militar.

A mulher foi transferida para uma unidade de detenção em Basile, no estado. Famílias visitaram dias depois, mas não puderam levar documentos que impediram a assinatura do pedido de residência permanente.

O casal disse à imprensa que planejava preparar tudo para regularizar a situação de Ramos, que cresceu no país e se identifica como americana. Não houve confirmação imediata de resposta oficial do ICE sobre o caso.

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