- MEC realizou, em São Paulo, um encontro para celebrar 21 anos do Prouni, 14 anos da política de cotas e 10 anos da primeira formatura de cotistas, em alusão ao Dia Internacional para Eliminação da Discriminação Racial.
- O evento contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro Camilo Santana, reunindo cerca de 15 mil pessoas.
- Foi anunciada a ampliação da Rede de Cursinhos Populares (CPOP) para mais de 800 cursinhos, com investimento total de R$ 290 milhões (era previsto originalmente R$ 108 milhões para 514 cursinhos).
- Também foi assinada a criação da Escola Nacional de Hip Hop (H2E), com investimento de R$ 50 milhões nos anos de 2026 e 2027, visando integrar saberes acadêmicos e culturais.
- O MEC destacou avanços do Prouni, Sisu e Fies, reforçando impactos das cotas na diversidade das universidades e citando exemplos de estudantes cotistas, inclusive gêmeos formados em História pela universidade pública.
O MEC realizou, nesta terça-feira, 31 de março, um encontro para celebrar marcos históricos de democratização do acesso ao ensino superior e de promoção da equidade racial. O evento ocorreu no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo, reunindo estudantes, ex-cotistas e apoiadores.
Foram lembrados 21 anos do Prouni, 14 anos da política de cotas em universidades federais e 10 anos da formatura da primeira turma de cotistas. A cerimônia coincidiu com a celebração do Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial, em 21 de março.
O presidente Lula participou da cerimônia ao lado do ministro Camilo Santana. Lula destacou o papel das políticas de inclusão no ensino superior para ampliar oportunidades e romper barreiras. Santana afirmou que as ações mudaram a cara das universidades brasileiras.
Ampliação da Rede de Cursinhos Populares
O MEC anunciou a expansão da Rede de Cursinhos Populares (CPOP). O edital de 2026 deve apoiar mais de 800 cursinhos, com investimento total de R$ 290 milhões, frente a R$ 108 milhões previstos anteriormente para 514 cursinhos.
A CPOP oferece suporte técnico e financeiro para estudantes de rede pública que almejam ingressar na universidade via Enem. O foco é em pretos, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência e renda familiar baixa.
Escola Nacional de Hip Hop
Durante o evento foi assinada a portaria que institui a Escola Nacional de Hip Hop (H2E). O MEC pretende promover inovação pedagógica ao incorporar saberes de comunidades ligadas ao hip hop aos currículos públicos.
O programa prevê formação de docentes, estudantes e gestores, com investimentos de até R$ 50 milhões em 2026 e 2027. Destaques incluem roteiros pedagógicos, encontros de slam escolar e editais de apoio a ações antirracistas.
Impactos e resultados
As políticas de acesso superior, associadas ao Sisu e ao Fies, contribuíram para a inclusão de estudantes historicamente excluídos. Dados do MEC apontam recordes de bolsa no Prouni em 2026 e aumento de cotistas no Sisu desde 2013.
Histórias de cotistas, como gêmeos formados pela Unifesp, ilustram o alcance dessas ações. O movimento hip hop também foi destacado como elemento de transformação na educação pública.
Assessoria de Comunicação Social do MEC registra as informações com base na Secadi, mantendo o tom informativo e neutro. FICHA de fontes confidenciais permanece sob responsabilidade institucional.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
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