- A artista alemã Anne Imhof, vencedora do Leão de Ouro na Bienal de Veneza, terá sua primeira exposição solo na Ásia, em Tai Kwun, Hong Kong, neste outono.
- A mostra apresentará um survey significativo de suas obras-chave, além de uma nova comissão, reunindo performances, imagens, som e arquitetura.
- O período da exposição será de 26 de setembro a 3 de janeiro de 2027, em Tai Kwun.
- A apresentação será supervisionada por Ying Kwok, curadora independente de Hong Kong, e Tiffany Leung, curadora e consultora com atuação no Hong Kong e no Reino Unido.
- Imhof já mostrou trabalhos em instituições como Stedelijk e Palais de Tokyo e já participou de colaborações com marcas, consolidando um público fiel.
A artista alemã Anne Imhof desembarca em Hong Kong para a primeira mostra individual na Ásia. A exposição acontece no Tai Kwun, de 26 de setembro de 2026 a 3 de janeiro de 2027, reunindo obras de múltiplos formatos, incluindo uma nova comissão. A mostra é descrita como uma experiência imersiva que une performance, imagem, som e arquitetura.
Intitulada de mostra ambiciosa, a exposição apresenta um panorama de trabalhos-chave da artista, ao lado de uma nova peça. O objetivo é conduzir o público a encontros corporais e sensoriais com a prática de Imhof, conhecida por performances de longa duração e instalações austere.
A curadoria fica a cargo de Ying Kwok, independente, em prol de uma leitura integrada das obras. Conta ainda com Tiffany Leung, curadora e consultora com atuação em Hong Kong e no Reino Unido, responsável por apoiar a montagem e o programa da temporada.
Equipe curatorial e agenda
Imhof venceu o Leão de Ouro da Bienal de Veneza em 2017 com Faust, instalação disputada no Pavilhão Alemão. Desde então, participou de mostras coletivas no Tai Kwun, em 2019, e teve exposições individuais em museus como Stedelijk e Palais de Tokyo.
A artista tem parceria com marcas de moda e marcas de expressão pública associadas a uma persona estética cuidadosa. Em 2024, apresentou Doom: House of Hope no Park Avenue Armory, performance de três horas descrita pela imprensa como uma carta de amor à ideia de amor como força universal.
Entre na conversa da comunidade