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Hospital britânico de animais exóticos encerra após críticas de lucro

Hospital veterinário líder em animais exóticos encerra atividades após aquisição corporativa, suscitando temor por continuidade do atendimento aos pets e à fauna exoticamente tratada

Last month, clients and staff were given six weeks notice that the veterinary practice was closing.
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  • O Great Western Exotics, principal hospital de animais exóticos do Reino Unido, vai fechar após ser adquirido pela Vets Now, braço da conglomerada IVC Evidensia, considerada não viável comercialmente.
  • Os clientes receberam aviso de seis semanas e a clínica, com hospital aviar moderno, entrará em shutdown gradual, buscando encaminhamentos para cuidar dos animais.
  • A decisão ocorre enquanto a Competition and Markets Authority investiga o setor veterinário, sob a suspeita de compras por grandes redes que reduzem opções e elevam custos.
  • Existem três centros alternativos para exóticos a cerca de uma hora de viagem, dois geridos pela IVC Evidensia e um pela CVS, que podem receber pacientes mediante encaminhamentos.
  • A clínica abrigava um programa de residência em medicina aviar e era referência para tratamentos especializados; clientes e profissionais expressam preocupação com o impacto na continuidade do cuidado de animais exóticos.

O hospital veterinário de animais exóticos mais renomado do Reino Unido será fechado após ser adquirido por um conglomerado, que decidiu que o negócio não é viável. A decisão foi comunicada aos clientes e à equipe na semana passada, com aviso de seis semanas para encerramento.

O Great Western Exotics, fundado em 2004 por Dr. Neil Forbes, ficou sob o controle do Vets Now, braço da holding IVC Evidensia. A transferência ocorreu num cenário de reestruturação de redes veterinárias que mira expansão corporativa no setor.

A mudança ocorre no momento em que a Competition and Markets Authority investiga a concentração de clínicas veterinárias. A CMA aponta que cinco redes compraram mais de 1.800 consultórios nos últimos dez anos, elevando taxas de atendimentos e custos.

A clínica recebia pacientes exóticos de várias regiões, incluindo aves de grande parte do país. Além de consultas, a equipe realizava procedimentos de alta complexidade, com disponibilidade de hospitalização 24 horas para espécies não convencionais.

Proprietários de animais relatam preocupação com a disponibilidade de serviços especializados. O fechamento pode deixar animais sem opções viáveis de tratamento próximo, especialmente para condições que exigem cirurgia ou monitoramento intensivo.

A equipe, que não quis se identificar, informou que manter operações complexas já não seria possível diante da decisão de encerrar atividades. Durante os dias que antecedem o fechamento, a clínica passou a oferecer apenas check-ups e emergências simples.

Existem três centros alternativos para exóticos no raio de 60 minutos de deslocamento, dois operados pela própria IVC Evidensia e um pela CVS. Os titulares de pacientes afirmam que a continuidade do atendimento é essencial para aves, mamíferos exóticos e animais de estimação com necessidades especiais.

A comunidade de criadores e cuidadores expressa apreensão pela continuidade de pesquisas e treinamentos, incluindo um programa de residência em medicina aviária. A saída do Great Western Exotics é vista como impacto significativo para a formação especializada no Reino Unido.

A imprensa indica que, apesar das promessas de suporte aos clientes e encaminhamentos, não está claro como a rede fará a reposição integral de serviços de alta complexidade para aves e outros animais exóticos. Fontes envolvidas no processo destacam que a prioridade é manter a continuidade do cuidado às reduções de serviços.

O histórico da clínica também envolvia parcerias com organizações de bem-estar animal para reabilitação de aves selvagens e mamíferos exóticos, ampliando o leque de atendimentos além de consultas regulares.

Para os clientes que acompanham o caso, a preocupação principal é a eventual dificuldade de manter o tratamento de animais com necessidades especiais sem a presença de um centro de referência próximo, bem como a continuidade de programas de formação que dependem do hospital.

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