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Líderes da UE pedem moratória de ataques a instalações de energia e água no Oriente Médio

União Europeia pede moratória a ataques a energia e água no Oriente Médio para evitar escalada, proteger civis e reforçar missões navais

A gas flare burns at the Lanaz refinery after it was targeted by a drone strike, in Erbil, Iraq, March 14, 2026. REUTERS/Khalid al Mousily/File Photo
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  • Líderes da União Europeia pediram moratória aos ataques militares a instalações de energia e água no Oriente Médio, diante de preocupações com o impacto da guerra no Irã na economia global.
  • Exigem de-escalada, contenção máxima, proteção de civis e respeito pleno ao direito internacional por todas as partes.
  • Vedem reforçar as missões navais da UE no Mar Vermelho, Aspides, e a operação contra pirataria no Chifre da África, com mais ativos conforme seus mandatos.
  • Os membros destacaram apoio à liberdade de navegação no Estreito de Hormuz, quando as condições forem atendidas.
  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou aliados que reagiram com cautela aos seus pedidos sobre o Hormuz.

Os líderes da União Europeia solicitaram, na quinta-feira, que seja imposto um moratório a ataques contra instalações de energia e água no Oriente Médio, diante das consequências da guerra no Irã para a economia global. A declaração foi feita em Bruxelas, durante a cúpula dos 27 membros.

O comunicado enfatiza a necessidade de desescalada, contenção, proteção de civis e respeito ao direito internacional por todas as partes. O texto também pede a suspensão de ações militares contra infraestrutura essencial na região.

Além disso, os chefes de Estado e de governo reforçaram a atuação de missões navais da UE, como Aspides no Mar Vermelho e Atalanta no Harão, com mais recursos, para assegurar a liberdade de navegação, conforme mandatos existentes.

O documento ressalta ainda que a decisão busca evitar impactos no comércio e nos mercados globais de energia. A medida ocorre em meio a tensões que afetam o fornecimento de petróleo e gás na região.

Enquanto isso, o presidente dos EUA, Donald Trump, criticou aliados que têm reagido com cautela aos seus apelos para reforçar a segurança no Estreito de Hormuz, rota estratégica para o petróleo mundial.

Os líderes europeus também destacaram a preparação de ações coordenadas entre Estados-membros e parceiros regionais para manter o fluxo estável de energia, desde que as condições sejam favoráveis.

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