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Principais varejistas do Reino Unido pedem mais ações para jovens desempregados

Líderes de varejo britânico pedem ações do governo contra desemprego juvenil; carta a Keir Starmer defende criação de grupo de trabalho conjunto

Stuart Machin, the chief executive of Marks & Spencer, which is creating 1,000 training places for 16- to 24-year-olds.
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  • Grandes varejistas do Reino Unido vão escrever para o primeiro-ministro Keir Starmer pedindo ação para o desemprego entre jovens, com nomes como Marks & Spencer, Sainsbury’s e Tesco entre os signatários.
  • A British Retail Consortium afirma ter redigido a carta, que está sendo circulada entre seus 200 membros, e deve receber apoio de CEOs de M&S e Primark, além de Asda, Sainsbury’s, Morrisons e Tesco.
  • O texto alerta que a “escada de oportunidades para jovens está tremendo” e propõe a criação de um grupo de trabalho conjunto entre varejo e governo para simplificar e ampliar o suporte à empregabilidade juvenil.
  • A carta ainda solicita redução de custos para contratar jovens, visando facilitar a criação de mais oportunidades de emprego no setor.
  • O contexto envolve o risco de “geração perdida” com mais de 1 milhão de jovens sem trabalho ou estudos, e medidas do governo de ampliar estágios e empregos com incentivo de bilhões de libras já anunciadas.

O setor varejista britânico planeja pedir ações do governo para enfrentar o desemprego entre jovens. Líderes de lojas como Marks & Spencer, Sainsbury’s e Tesco devem participar de uma carta a Keir Starmer, segundo a British Retail Consortium (BRC). O texto está sendo divulgado entre cerca de 200 associados e deve ser publicado nesta semana.

A carta sugere a criação de uma força-tarefa público-privada para simplificar o apoio regional e nacional a jovens no mercado de trabalho. Também propõe reduzir custos de contratação de jovens para estimular oportunidades. A ideia é apoiar entrada e progressão no emprego sem desencorajar recrutamento de quem está começando.

Contexto e contexto político

A mobilização ocorre em meio ao alerta de risco de uma “geração perdida”, conforme avaliação de um relatório encomendado pelo governo. O estudo atribui à escala do desemprego juvenil impactos econômicos e sociais, estimando custo superior a £125 bilhões por ano.

Medidas empresariais e exemplos

A M&S lançou recentemente um programa de 1.000 vagas de treinamento para jovens entre 16 e 24 anos, com duração de seis meses e sem exigência de diploma. O objetivo é inserir os jovens no piso de loja e oferecer oportunidades de ascensão interna.

Compromissos oficiais e cenário atual

Na esfera pública, o governo informou a criação de 300 mil novas vagas de estágio e treinamento nos próximos três anos, dentro de um pacote de £2,5 bilhões para apoio ao emprego juvenil. Empresas de setores como construção, saúde e hospitalidade integram a iniciativa.

Perspectivas de liderança

Stuart Machin, CEO da M&S, comentou que jovens estão perdendo oportunidades, citando trajetória de início humilde. Em outro eixo, o líder do setor, Simon Wolfson, da Next, destacou queda nas oportunidades de nível inicial e o aumento de candidatos por vaga, reforçando o entrelaçamento entre desemprego juvenil e a economia.

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