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CEO da Oncoclínicas avalia cenários com ou sem novos sócios

Oncoclínicas acelera reestruturação operacional e de capital diante de dívida de R$ 4,8 bilhões, preparando cenário com ou sem novos sócios

Com dívida bruta de R$ 4,8 bilhões, Oncoclínicas opera mais de 140 unidades no Brasil e CEO afirma não precisar de novos investimentos para crescer.
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  • Oncoclínicas tem dívida bruta de R$ 4,8 bilhões e busca soluções independentemente do desfecho de uma possível parceria com Fleury e Grupo Porto.
  • O CEO interino, Carlos Gil Ferreira, afirma que a reestruturação operacional é o plano A, em curso, enquanto a mudança da estrutura de capital ocorre em paralelo.
  • A empresa já renegocia a dívida com credores e busca eficiência operacional em mais de 140 clínicas.
  • O grupo diz estar se preparando para cenários de curto, médio e longo prazo, com ou sem novos sócios.
  • A parceria mencionada com Fleury e Grupo Porto foi citada como possível, mas não exclui outras opções.

A Oncoclínicas, com dívida bruta de 4,8 bilhões de reais, está buscando soluções para a sua situação financeira, independentemente do desfecho de uma possível parceria anunciada recentemente com Fleury e Grupo Porto. O comentário foi feito pelo CEO interino Carlos Gil Ferreira em entrevista à Bloomberg Línea.

Ferreira, médico oncologista que assumiu o comando da empresa no início de março, disse que a reestruturação operacional não é apenas alternativa, mas o plano principal em curso. A mudança da estrutura de capital ocorre em paralelo, segundo o executivo.

A rede de tratamento oncológico já trabalhava na renegociação da dívida com credores e na melhoria de eficiência em suas mais de 140 unidades. A companhia afirma que está preparando cenários de curto, médio e longo prazo, com ou sem novos parceiros.

Mercados e cenários

As ações globais operam em alta, enquanto o petróleo recua e as negociações sobre o fim do conflito no Oriente Médio seguem em pauta. No radar brasileiro, o pré-candidato Flávio Bolsonaro aparece com vantagem em relação ao atual presidente, segundo sondagem encomendada pela Bloomberg.

A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, sinalizou possibilidade de atuação rápida se os custos de energia pressionarem a inflação, diante dos impactos do conflito regional. Nos EUA, a MSD avança em tratativas para comprar a Terns, empresa avaliada em cerca de US$ 5,1 bilhões, que desenvolve terapia contra leucemia.

Essa atividade de mercado acompanha a sessão de ontem, com índices norte-americanos fechando em queda e as bolsas europeias apresentando variações moderadas. A cobertura completa dos mercados traz mais detalhes sobre variáveis que influenciam os investidores. Bloomberg Línea.

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