- A Australian Community Media (ACM) fará uma reunião virtual segunda-feira, às 15h, para atualizar funcionários sobre a posição da empresa em relação às acusações contra Antony Catalano.
- Catalano, de 59 anos, foi acusado de agressão contra uma mulher; a polícia descreveu que ele a teria puxado pelo cabelo e pelas pernas até a lavanderia e ergueu um ferro de passar na direção da cabeça, levando à hospitalização com fratura no cóccix.
- A ACM disse que as acusações serão apuradas pelo tribunal, ressaltando que violência contra mulheres vai contra os valores da empresa; o presidente-executivo está em licença não operacional.
- Catalano pediu licença de seis meses e buscou tratamento em um centro de reabilitação; a ACM afirma priorizar o bem-estar de seus colaboradores e a continuidade dos negócios.
- A ACM comprou o grupo em dois mil dezenove por cerca de 115 milhões de dólares e publica dezenas de jornais, incluindo Canberra Times, Illawarra Mercury e Bendigo Advertiser.
Australian Community Media (ACM) confirmou que realizará uma reunião com a equipe nesta segunda-feira para apresentar a posição do grupo após a prisão e as acusações contra o sócio-proprietário Antony Catalano, alvo de acusações de agressão contra uma mulher.
Na casa dos 59 anos, Catalano foi detido na sexta-feira e passou a estar em liberdade mediante fiança. No domingo, o conselho e a equipe de liderança da ACM afastaram-se do empresário, afirmando estar em choque e com profunda preocupação diante das acusações.
O que aconteceu e quem está envolvido
Segundo apuração da ABC, as acusações envolvem que Catalano teria puxado a vítima pelo cabelo e pelos tornozelos dentro do apartamento, levando-a à área de lavanderia, onde teria segurado uma ferro elétrico em direção à cabeça da mulher. A vítima precisou ser hospitalizada com uma fratura no cóccix.
Quando e onde ocorreu o episódio
O incidente foi relatado pelas autoridades na sexta-feira à noite. A ACM, que opera 16 jornais diários e 55 não diários, incluindo Canberra Times, Illawarra Mercury e Bendigo Advertiser, comprada em 2019 por Catalano e o investidor Alex Waislitz, informou que o episódio ocorreu no local onde a vítima reside.
A resposta da ACM e o estado do caso
A ACM informou que a violência contra mulheres contraria seus valores e que as acusações serão apuradas pela Justiça. O presidente executivo está afastado, com função não operacional, e a empresa afirmou possuir uma equipe de gestão capaz de manter a continuidade e padrões de segurança, respeito, integridade e inclusão.
Medidas e próximos passos
O grupo convocou um encontro para 15h (horário local) por Zoom para atualizar a posição da ACM em relação a Catalano. Catalano divulgou uma nota reconhecendo as acusações e afirmando que está passando por questões de saúde mental e de abuso de substâncias, buscando ajuda profissional.
Contexto da operação da ACM
A ACM é responsável por veículos locais e regionais com foco em comunidades de diferentes estados, mantendo mastros e histórico de jornalismo regional. Catalano permanece afastado por tempo indeterminado, e a empresa reforça o compromisso com a continuidade dos serviços e o bem-estar de seus colaboradores.
Observações finais
Catalano também informou que compareceria ao tribunal de Melbourne para a audiência. A ACM ressaltou que as suspeitas são questões que devem ser resolvidas pelo sistema judicial, mantendo o foco na segurança e no atendimento ao público e aos leitores.
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