- Aston Martin Lagonda vai reduzir até vinte por cento da sua força de trabalho para economizar cerca de £40 milhões.
- A empresa registrou prejuízo pré-imposto de £363,9 milhões em 2025, ante £289,1 milhões em 2024.
- No início de 2025 já houve corte de 170 empregos, com novo pacote de redução anunciado no final de 2025.
- As razões incluem tarifas dos Estados Unidos e demanda fraca, com a China permanecendo retraída por ambiente macroeconômico e mudanças de tarifa em julho de 2025.
- A companhia, controlada majoritariamente pelo bilionário Lawrence Stroll, também vendeu os direitos de naming do time de Fórmula 1.
Aston Martin Lagonda anunciará cortes de até 20% da sua força de trabalho, visando economizar cerca de £40 milhões. A empresa confirmou que já havia reduzido 170 empregos no início de 2024 e, agora, promoverá novas mudanças estruturais.
Os números da performance reforçam o cenário difícil: prejuízo antes de impostos de £363,9 milhões em 2025, frente a £289,1 milhões em 2024. Ações ocorrem em meio a tarifas dos EUA e demanda fraca no setor de luxo.
A companhia, majoritariamente controlada pelo bilionário canadense Lawrence Stroll, informou que as mudanças são para adequar recursos aos planos futuros. A empresa registrou também fraca demanda na China, com impacto esperado nos próximos anos.
Analista de ações reconhece que fatores externos pesam, mas aponta questões internas que dificultam a recuperação. Cortes de ativos e de pessoal são apenas parte do desafio, já que é preciso aumentar volumes e eficiência para retomar ganhos.
As ações da Aston Martin reagiram positivamente, subindo cerca de 5% na manhã de hoje, após a divulgação dos resultados e do plano de corte. O anúncio ocorre após a empresa emitir diversos avisos de lucro desde setembro de 2024.
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