Em Alta NotíciasAcontecimentos internacionaisFutebolConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Expansão de redes de franquias em 2026 será seletiva e orientada por dados

Expansão de franquias em 2026 será mais seletiva e orientada por dados, com foco em rentabilidade, modelos leves e governança

Imagem do autor
Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
5 estratégias que tornam franquias realmente rentáveis franquias
0:00
Carregando...
0:00
  • Em 2026 a expansão de redes de franquias deve ficar mais seletiva e orientada por dados, com crédito caro e consumo mais cauteloso reduzindo a velocidade de crescimento.
  • Em 2025 houve aumento de custos, aluguel mais alto, escassez de pontos bem localizados e negociações mais duras com shoppings, impactando margens.
  • Modelos de expansão menos dependentes de unidades físicas grandes, como studios, dark kitchens, franquias digitais e opções B2B, ganham espaço.
  • Inteligência artificial passa a atuar de forma mais operacional, em áreas como atendimento a interessados, seleção de operadores, treinamento e precificação.
  • A decisão de abrir unidades passa a ser mais data-driven e governada, priorizando previsibilidade, desempenho por unidade e transparência nos processos.

A expansão de redes de franquias em 2026 deverá ser mais seletiva e orientada por dados, em um ambiente de aluguel alto, crédito caro e consumidor mais cauteloso. Mesmo com mais unidades abertas, projetos com alto investimento inicial enfrentam margens pressionadas e rentabilidade como novo parâmetro de sucesso.

Especialistas apontam que, após 2025 de custos elevados, a expansão passou a exigir equilíbrio entre número de pontos e retorno financeiro. O financiamento permanece restrito, elevando o peso da análise de viabilidade para cada nova unidade.

Modelos mais leves ganham espaço

formats menos dependentes de localizações premium ganham atratividade. Studios, dark kitchens, franquias digitais e modelos B2B aparecem como escolhas mais compatíveis com o cenário econômico. A tendência deve se intensificar em 2026.

Inteligência artificial entra na fase operacional

A adoção de IA avança para além de testes. No atendimento a interessados, seleção de operadores, suporte remoto, treinamento, avaliação de desempenho, logística e precificação. Diferenciais vão se consolidando com a tecnologia.

Seleção passa a valer mais do que velocidade

O crescimento passa a ser conduzido por decisões analíticas, com foco em previsibilidade e controle. Aberturas ocorrem apenas onde há aderência de mercado e alinhamento com o território, substituindo a busca por velocidade por coerência.

Dados substituem intuição

Ferramentas de georreferenciamento, fluxo urbano e padrões de consumo passam a guiar decisões antes baseadas em percepção. O uso sistemático de dados se torna diferencial competitivo na expansão.

Governança entra no radar da expansão

Investidores e parceiros demandam maior transparência, processos estruturados e suporte consistente. Governança forte passa a sustentar a escala, com menos unidades bem administradas do que uma rede maior com problemas.

Diante desse cenário, a expansão em 2026 tende a avançar de forma mais calculada, alinhada ao custo do capital, à tecnologia e a decisões baseadas em dados. O crescimento permanece, mas sob critérios mais rigorosos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais