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Apple adquire IA que interpreta fala silenciosa, segunda maior aquisição

Apple desembolsa US$ 2 bilhões pela Q.ai, startup de IA que entende falas silenciosas por expressões faciais, com potencial para Siri e dispositivos Apple

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Image: Alex Castro / The Verge
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  • A Apple está adquirindo a empresa de IA Q.ai por cerca de US$ 2 bilhões, segundo o Financial Times, a segunda maior compra da empresa após a aquisição da Beats em 2014.
  • A negociação ainda não teve confirmação oficial de valores pela Apple, mas o FT informou o montante de US$ 2 bilhões.
  • A Q.ai desenvolve tecnologia que usa reconhecimento facial para entender movimentos faciais sutis e compreender falas não verbais, permitindo comunicação com assistente de IA sem palavras.
  • Os fundadores da Q.ai vão se juntar à Apple, incluindo o CEO Aviad Maizels, que já teve passagem pela PrimeSense.
  • A tecnologia pode se conectar ao Siri e a recursos de IA em produtos futuros da Apple, como AirPods, Vision Pro, iPhone ou Mac.

A Apple está comprando a Q.ai, uma startup de IA com foco em áudio, por cerca de 2 bilhões de dólares, segundo o Financial Times. O acordo seria a segunda maior aquisição da empresa, atrás da compra da Beats em 2014. Os termos não foram divulgados pela Apple.

A Q.ai desenvolve tecnologia que interpreta fala sussurrada e expressões faciais para entender o que a pessoa não disse em voz alta. A empresa tem patentes relacionadas a sensores ópticos que captam movimentos mínimos da pele facial.

Os fundadores da Q.ai, incluindo o CEO Aviad Maizels, devem se juntar à Apple após a conclusão da operação. Maizels é ex-fundador da PrimeSense, empresa comprada pela Apple em 2013 para impulsionar o Face ID.

A tecnologia da Q.ai poderia ser integrada a produtos como AirPods, Vision Pro, iPhone e Macs, conectando-se a recursos de IA avançada da Apple, incluindo o Siri aprimorado por IA generativa. O objetivo é ampliar a comunicação com assistentes digitais sem palavras faladas.

A aquisição ocorre num momento em que a Apple investe em IA e interfaces usuário mais naturais. Analistas veem potencial para melhorar o reconhecimento de intenções do usuário em diversos dispositivos da empresa. A conclusão depende de condições regulatórias e aprovações cabíveis.

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