- A Fundação Rubio Butterfield prometeu mais de $23m para tornar as internships do Metropolitan Museum of Art uma endowment perpétua.
- A doação é liderada pela conselheira Jennifer Rubio e por seu marido, Stewart Butterfield, recém-eleitos membros da diretoria do museu.
- O programa de internships funciona há quase seis décadas, com cem estudantes de graduação e pós-graduação por ano aprendendo em áreas como conservação, curadoria e imagem digital.
- Essas posições passaram a ser remuneradas desde 2021.
- O diretor do Met, Max Hollein, disse que investir em pessoas, com foco em acesso e oportunidades, foi a prioridade central dos apoiadores.
O Metropolitan Museum of Art recebeu um aporte superior a 23 milhões de dólares para endowment do programa de estágios, viabilizando a continuidade dos internships em caráter perpétuo. A doação é promovida pela Rubio Butterfield Foundation, liderada pela nova patrona do museu Jennifer Rubio e pelo marido Stewart Butterfield.
O programa de estágios existe há quase seis décadas, acolhendo cerca de 100 estudantes de graduação e pós-graduação por ano. Os estágios abrangem áreas como conservação, curadoria e imagem digital, entre outras funções. Os postos passaram a ser remunerados apenas a partir de 2021.
Max Hollein, diretor e CEO do Met, frisou que as conversas com Jen e Stewart evidenciaram a prioridade de investir em pessoas, com foco em acesso e oportunidades. Segundo ele, os doadores costumam trazer interesses diversos, e entender essas inclinações ajuda a alinhar recursos com as necessidades institucionais.
O próprio Met enfatiza que a relação com grandes patronos envolve direcionamento estratégico, indo além de aquisições ou aquisição de obras. Histórias de fundos e cadeias de doação mostram que a prioridade está em sustentar posições curatorias e programas que geram conhecimento contínuo.
Medidas de endowments em museus de ponta costumam incluir fundos para cargos de curadoria, o que garante incentivo à pesquisa e à formação de especialistas com base no acervo existente. Casos de outros museus apontam que esse modelo pode ampliar o corpo de profissionais e a qualidade das coleções.
Especialistas ouvidos destacam que a gestão de doações costuma buscar equilíbrio entre interesses dos doadores e necessidades institucionais. A prática, segundo analistas, envolve diálogo para manter alinhamento entre missão, impacto e sustentabilidade financeira.
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