- A West Kowloon Cultural District Authority assinou 12 memorandos de entendimento (MOUs) com instituições culturais de vários países, incluindo Arábia Saudita, Austrália e Alemanha.
- Há um programa-piloto de residência artística com o Misk Art Institute, em Riade.
- Haverá colaboração em exposições e outros programas entre a WKCDA e o Museums Victoria, na Austrália.
- A parceria também busca fortalecer o desenvolvimento de talentos e o intercâmbio profissional entre Hong Kong e o mercado de arte da China continental, por meio da China Association of Auctioneers.
- A divisão WestK Performing Arts será conectada a organizações britânicas, como Factory International Manchester e Studio Wayne McGregor (Londres), nos novos acordos.
West Kowloon Cultural District (WKCDA) fechou acordos com 12 instituições internacionais, ampliando sua rede cultural. Os memorandos de entendimento foram firmados antes da Hong Kong International Cultural Summit, realizada no fim de março com mais de mil delegados.
Entre os parceiros, está o Misk Art Institute, de Riade, com um programa piloto de artist-in-residence, e o Museums Victoria, na Austrália, que deve facilitar colaborações em exposições e programas.
Outros acordos envolvem a China Association of Auctioneers, para desenvolver intercâmbio de talentos entre Hong Kong e a China continental, além de ligações entre a West Kowloon Performing Arts e organizações britânicas. O campus também aponta ações com Factory International (Manchester) e Studio Wayne McGregor (Londres).
Em 2024, a WKCDA assinou 21 memorandos; ao todo, já são 46 parcerias firmadas. A CEO Betty Fung indicou que cerca de 85% desses acordos já foram realizados de alguma forma.
Panorama internacional e impactos
A iniciativa busca fortalecer redes entre hubs culturais globais e promover intercâmbio de programação, talentos e formação profissional, segundo a WKCDA. O movimento ocorre em meio a uma agenda de expansão internacional do distrito cultural de Hong Kong.
Conexões e grandes projetos globais
Em paralelo, o debate na conferência destacou planos para megaestruturas culturais no exterior. O rodo de projetos inclui o Saudi Royal Arts Complex, com inauguração prevista para 2027 em Riade, que abrigará museus dedicados a culturas globais, arte islâmica e criação de um pavilhão de esculturas.
O RAC é apresentado como espaço de encontro entre culturas e palco para peças de arte contemporânea, segundo os organizadores.
O tema da indústria museal foi explorado por executivos como Manuel Rabaté, ex-diretor do Louvre Abu Dhabi, que comentou os desafios de abrir museus de grande porte em novos territórios, como Delhi, na Índia.
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