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Missão de digitalizar arte pública do Reino Unido atinge 1 milhão de entradas

Art UK chega a um milhão de obras catalogadas; Ben Terrett assume a presidência do conselho, visando ampliar acesso e visibilidade de acervos públicos

Detail from Gwen John’s Flowers in a Jug from the National Museum Wales.
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  • A organização Art UK anunciou ter alcançado um acervo com um milhão de obras em sua base de dados e nomeou Ben Terrett como novo presidente do conselho, em comemoração aos dez anos de atuação.
  • A missão da instituição é catalogar digitalmente as artes públicas do Reino Unido, abrangendo pinturas, desenhos, aquarelas, cerâmicas, esculturas, vitrais, banners, desenhos arquitetônicos e murais urbanos.
  • Terrett destacou que muitas obras ficam em acervo ou em locais como hospitais e edifícios públicos, nem sempre visíveis ao público.
  • Entre as adições recentes estão obras como uma gravura de Henri Matisse de 1951, um quadro de Gwen John e um retrato de David Foggie, que ajudaram a consolidar o marco de um milhão de itens.
  • O conselho da Art UK informou que Terrett deve trazer novas ideias para ampliar o alcance, usar novas tecnologias e aumentar o público, a renda e a presença internacional da organização.

Art UK anunciou que seu catálogo digital de arte pública atingiu a marca de 1 milhão de obras. A organização celebra ainda o décimo ano de atuação e nomeou Ben Terrett como novo presidente do conselho.

Terrett, ex-diretor de design do governo do Reino Unido, assume a cadeira numa gestão que pretende ampliar o alcance do acervo. A meta é tornar acessíveis obras de museus, hospitais, edifícios públicos e espaços municipais em todo o país.

O levantamento começou com pinturas, mas já se estendeu a desenhos, aquarelas, cerâmicas, esculturas, vitrais, bandeiras e desenhos arquitetônicos. Também inclui murais de ruas, ampliando o universo catalogado.

A base de dados já abriga obras de destaque, como uma escultura de Rodin, além de milhares de itens de artistas como JMW Turner. A plataforma facilita pesquisas como o símbolo do mosquito, revelando referência a obras diversas.

Terrett afirmou que o objetivo é visibilizar o que fica armazenado em locais públicos e nem sempre é visto pelo público. Ele ressaltou a importância de hospitais e prédios municipais como grandes acervos inexplorados.

A nova liderança pretende elevar o perfil do Art UK, aumentar a visibilidade de obras públicas não exibidas e ampliar parcerias com instituições que mantêm acervos. A instituição busca também ampliar sua presença internacional.

O executivo, que recebeu honraria de CBE recentemente, comentou que a internet pode ser uma força positiva para a cultura. A crença é compartilhada pela organização, que trabalha para tornar o acervo mais acessível a todos.

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