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Museu dedicado ao movimento romântico reabre em Paris no Dia dos Namorados

Museu de la Vie romantique reabre em Paris após reforma de 3,8 milhões de euros, com 300 obras em exibição e itinerário multimídia reimaginado

The Musée de la Vie romantique is in the former home and studio of Romantic painter Ary Scheffer
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  • O Musée de la Vie romantique, localizado na antiga casa e ateliês do pintor Ary Scheffer, reabre em 14 de fevereiro após uma reforma de 3,8 milhões de euros financiada pela cidade de Paris e doadores privados.
  • A obra, executada pela Basalt Architecture, renovou a infraestrutura de madeira, telhado e fachadas, incluindo a restauração de esquadrias e o retorno das venezianas à cor bege original.
  • A exposição foi inteiramente renovada, com cerca de 2.340 obras na coleção, das quais 300 estarão no salão, incluindo 70 trabalhos recém-restaurados, como Faust in his Studio (1831).
  • Um novo percurso multimídia, com música, leituras e recursos digitais, oferece imersão poética na era romântica, conectando o jardim ao restaurante e introduzindo áreas de acesso reformadas.
  • A exposição inaugural temporária ficará em um espaço externo e apresentará skyscapes de Paul Huet, com obras de artistas como Delacroix, Boudin e Rousseau, entre outros.

O Musée de la Vie romantique, localizado na antiga casa e ateliês do pintor Ary Scheffer em Paris, reabre após uma reforma de 3,8 milhões de euros. O dinheiro veio da cidade de Paris e de doadores privados, reunidos em campanha de captação.

A obra de renovação, realizada pela Basalt Architecture, contemplou estrutura de madeira, coberturas e fachadas, com recuperação de esquadrias e janelas. As persianas verdes foram repintadas e retornaram ao tom original bege‑marrom, conforme o retrato de Scheffer.

A mostra combina arte, música e ambientação sonora. Cerca de 2.340 itens compõem o acervo, com 300 obras em exposição, 70 delas restauradas recentemente, incluindo Faust in his Studio, de 1831.

Novo roteiro expositivo

No térreo, o foco é a vida romântica e o círculo de amigos do artista, como Chopin, Pauline Viardot e Eugène Delacroix. Uma sala é dedicada à romancista George Sand.

No segundo piso, quatro temas centrais aparecem: literatura, o fantástico, a natureza e a emoção. Obras de Ary Scheffer, como The Tempest, enfatizam o uso das emoções e do sublime na arte romântica.

Exposição temporária de abertura

Uma mostra temporária externa ao prédio principal apresenta paisagens de céu, com obras de Paul Huet, associado a Scheffer e influente para Corot. As peças dialogam com a coleção permanente e oferecem novas leituras sobre natureza e paisagem.

O museu também inaugurou um percurso multimídia com música, leituras e recursos digitais, proporcionando uma imersão poética na era romântica. A recepção e o acesso passaram por reorganização para facilitar a visita.

A abertura oficial está marcada para 14 de fevereiro, em plena véspera de Dia dos Namorados, com a diretora Gaëlle Rio destacando a oportunidade de celebrar o legado romântico.

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