- Elisa Zarzur casou-se na Igreja de La Madeleine, em Paris, com Alexandre Negrão, em um vestido Dior feito sob medida.
- O modelos foi desenvolvido ao longo de oito meses, com colaboração próxima entre a noiva, o ateliê Dior e a equipe de Alta-Costura.
- A peça combina renda Chantilly francesa marfim bordada com cristais, seda e detalhes de renda Cyclamen, com corpete que se afasta do corpo para lembrar pétala.
- A saia é em cetim duchese 100% seda, com caimento estruturado, e o vestido traz costas abertas, renda em painéis e cauda dramática, acompanhado de véu Dior.
- O vestido, último trabalho assinado pela costureira mais antiga em atividade no ateliê, teve mais de 640 horas de trabalho artesanal. Joias Tiffany & Co. complementararam o look.
O casamento de Elisa Zarzur e Alexandre Negrão, realizado neste sábado na Igreja de La Madeleine, em Paris, teve como destaque o vestido criado pela Dior, feito sob medida para o momento. A cerimônia aconteceu na cidade francesa, com o traje unindo tradição artesanal e elegância contemporânea.
Elisa subiu ao altar com o vestido assinado pela Dior, desenvolvido ao longo de oito meses por a equipe de Alta-Costura da casa. A peça foi moldada em parceria entre a noiva, a Dior e a equipe da marca, em um processo criativo intenso.
O vestido e o processo criativo
A busca levou Elisa a visitar diversas maisons, sempre acompanhada da stylist Rita Lazaroti. Três viagens a Paris acompanharam a evolução do projeto até chegar ao modelo final, que confirmou a conexão com a peça ideal.
A base da inspiração veio da Primavera-Verão 2026 da Dior, valorizando formas orgânicas, volumes escultóricos e texturas variadas. O corpete foi desenhado para sugerir uma pétala, abrindo espaço para transparências discretas.
Materiais e detalhes técnicos
A parte superior é feita de renda Chantilly francesa marfim, bordada com cristais. A saia em cetim duchesse 100% seda confere peso, estrutura e brilho moderado, mantendo a silhueta arquitetônica. Feito ainda com renda Cyclamen exclusiva, forro em tafetá e crepe de seda leve.
Detalhes visuais e cauda
Nas costas, o corte é aberto, com dois painéis de renda que criam elegância sutil. O véu, coordenado pela Dior, acompanha a imponência da igreja, e a cauda adiciona claridade dramática ao visual clássico e atemporal.
Aspecto histórico e joias
O vestido representa o último trabalho assinado pela costureira mais antiga em atividade no ateliê da Dior, conferindo um valor histórico ao projeto. A produção somou mais de 640 horas de trabalho artesanal.
Para completar o conjunto, Elisa optou por joias da Tiffany & Co., com colar, brincos e pulseira em platina com diamantes, compondo um visual que privilegiou a simplicidade sofisticada.
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