- A bolsa de tote “Intentional” da John Lewis, de 149 libras, é mais profunda e alta que as usadas normalmente, cabendo almoço, garrafa e livro, entre outros itens.
- A designer Carrie Cooper diz que a peça é “bag-all-day”, maior e não estruturada, com foco em intenção ao invés de apenas funcionalidade.
- Tendência global das chamadas “good intention bags” valoriza capacidade de armazenamento e utilidade, com diversas lojas oferecendo versões semelhantes.
- Especialistas apontam cansaço com totes simples e promocionais, defendendo modelos mais resistentes, reutilizáveis e com propósito prático.
- A discussão envolve como bolsas grandes podem sinalizar independência e igualdade de gênero, indo além do status e da vaidade estética.
Desde o lançamento desta temporada, uma bolsa de ombro de John Lewis tem ganhado destaque por ser mais que um acessório. A Intentional tote bag tem 45 cm de profundidade e 33 cm de altura, um tamanho que privilegia capacidade de uso diário.
A peça, custando cerca de £149, é promovida como uma opção “intencional” que cabe almoço, garrafa e livro, além de kit de treino. A designer sênior Carrie Cooper descreve o modelo como uma bolsa para o dia todo, com espaço para itens adicionais, mas ainda com design não estruturado.
As chamadas bags de boa intenção estão na linha entre praticidade e estilo. Em várias redes, opções com bolso interno amplo e materiais diferenciados aparecem como substitutas de totes tradicionais, priorizando o que caberá dentro, não apenas a aparência.
Marcas como Marks & Spencer e Jigsaw apresentam variações que enfatizam uso prático sem abrir mão do apelo estético. Em lojas especializadas, versões com ropeado, franjas ou topo mais macio aparecem como alternativas ao formato clássico.
No universo norte-americano, houveram referências a estilos gorpcore, com totes de grande capacidade para atividades ao ar livre. Pequenas empresas de Los Angeles também exploram o conceito, defendendo que essas bolsas funcionam como coadjuvantes de aventuras diárias.
Especialistas discutem o papel social das bolsas de grande formato. Uma semióloga explica que modelos amplos podem sinalizar dedicação à utilidade, ao mesmo tempo em que desafiam estereótipos de gênero, classe e status.
Segundo analistas, a mobilidade entre utilidade e status está em evolução. Bolsas amplas são vistas como símbolos de praticidade sem depender de rótulos de elegância, refletindo mudanças no comportamento de consumo.
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