- General Randy A. George, 41º chefe do Estado‑Maior do Exército, está se retirando com efeito imediato após o suposto pedido de aposentadoria feito pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth.
- O Pentágono confirmou a aposentadoria; George foi nomeado por Joe Biden e aprovado pelo Senado em 2023, o que normalmente manteria o cargo até 2027.
- Antes de ser chefe do Exército, George atuou como assistente militar sênior do secretário Lloyd Austin (2021‑2022) e possui carreira em vários conflitos, incluindo Iraque e Afeganistão.
- O Exército publicou fotos de uma visita recente de George à Academia Militar dos Estados Unidos (West Point), destacando a troca de experiências com cadetes.
- A saída ocorre em meio a tensões entre Hegseth e a liderança do Exército, com o secretário já tendo afastado mais de uma dúzia de oficiais de alto escalão em diferentes frentes.
O general Randy A. George, chefe do Estado-Maior do Exército dos EUA, pediu aposentadoria imediata após o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, supostamente ter solicitado a saída dele. O Pentágono confirmou na quinta-feira a aposentadoria do 41º chefe do Estado-Mor do Exército.
Geoge havia sido indicado por Joe Biden e confirmado pelo Senado em 2023, em um mandato previsto para terminar em 2027. Entre os cargos anteriores, atuou como assistente militar sênior do secretário de Defesa, Lloyd Austin, de 2021 a 2022. Em sua carreira, serviu em operações no Iraque e no Afeganistão.
Ao longo de 2024, o Exército divulgou que George visitou a Academia Militar dos EUA, compartilhando orientações com cadetes que se preparam para liderar. O gesto ressalta o papel de George como líder militar de ponta, com atuação histórica em várias frentes de conflito.
Contexto institucional e repercussões
Desde a posse de Hegseth, o departamento tem promovido mudanças na alta cúpula, promovendo dispensas de oficiais de alto escalão. A demissão de George pode acirrar tensões entre a autoridade política e a liderança do Exército. Hegseth tem enfrentado críticas públicas e investigações envolvendo questões administrativas e de compliance.
Ainda segundo relatos, a administração de Hegseth determinou não suspender oficiais que pilotaram helicópteros próximos a uma residência de uma celebridade, encerrando apuração sobre o episódio. Por outro lado, circulam rumores sobre eventuais ações para impedir promoções de militares, o que gerou debates internos sobre diversidade e inclusão na instituição.
As informações acima foram obtidas a partir de comunicados oficiais do Pentágono e de cobertura de veículos de imprensa. Não há conclusão sobre motivações pessoais ou políticas envolvidas; o registro permanece em andamento.
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