- O porta-aviões Gerald R. Ford, em operações contra o Irã, deve retornar ao porto temporariamente após um incêndio a bordo e deve ancorar em Souda Bay, Creta.
- O navio está no Mar Vermelho e opera há nove meses, incluindo ações anteriores contra a Venezuela no Caribe.
- O fogo atingiu a área de lavanderia principal; quase 200 tripulantes passaram por atendimento e cerca de 100 beliches foram impactados, com um membro da tripulação evacuado por ferimentos.
- Autoridades não divulgaram a duração da estadia em Creta; inicialmente não houve dano à planta de propulsão e o navio continuava operacional.
- A frota tem realizado ataques a mais de 7.000 alvos desde o início das operações contra o Irã; o Ford conta com mais de 5.000 tripulantes e cerca de 75 aeronaves, além de navios de apoio e destróieres com capacidades de defesa aérea, superfície e anti-submarino.
O porta-aviões americano Gerald R. Ford, em operações contra o Irã, deve atracar temporariamente em porto após um incêndio a bordo. Localizado no Mar Vermelho, ele se dirige a Souda Bay, na ilha de Creta, segundo duas fontes oficiais. O incidente ocorreu na noite de terça-feira, segundo o governo dos EUA. A ocorrência levou a uma parada não programada na missão, sem detalhar a duração prevista.
Quase 200 marinheiros receberam atendimento por inalação de fumaça após o fogo surgir na área de lavanderia principal. O fogo levou várias horas para ser controlado e afetou cerca de 100 docas de dormição. Um integrante da tripulação foi evacuado para tratamento médico.
O Ford está no ar há nove meses, com participação prévia em operações no Caribe contra a Venezuela. A tripulação soma mais de 5 mil militares, com mais de 75 aeronaves, incluindo F-18 Super Hornets, e radares de alta capacidade para controle de tráfego aéreo e navegação. Navios de apoio, como a classe Ticonderoga Normandy e destróieres Arleigh Burke, compõem a força de varejo de combate.
Situação a bordo
Após o incêndio, o Pentágono informou que não houve danos à planta de propulsão e que a embarcação permaneceu operável. No entanto, fontes do New York Times detalharam danos relevantes na área afetada, questionando o estado de prontidão. O governo não comentou oficialmente sobre esse aspecto.
O porta-aviões lidera forças com capacidades de defesa aérea, superfície e anti-submarino, apoiado por unidades de superfície e de ataque. A operação mais ampla continua a cumprir objetivos estratégicos na região, sem divulgação de novas datas de retorno.
Entre na conversa da comunidade