- O presidente sul-africano Cyril Ramaphosa autorizou o envio de 2.200 membros das Forças de Defesa Nacional para ajudar no combate à criminalidade.
- A medida visa prevenir e combater crimes e apoiar a manutenção da lei e da ordem, com foco em mineração ilegal e gangues.
- Os militares auxiliarão a Polícia da África do Sul em cinco províncias: Cabo Oriental, Free State, Gauteng, North West e Western Cape.
- O custo estimado é de 823 milhões de rand.
- A atuação vai de 1º de março de 2026 até 31 de março de 2027.
Cyril Ramaphosa autorizou, na sexta-feira, o deslocamento de 2.200 militares da defesa nacional para ajudar no combate ao crime na África do Sul. A ação visa prevenir a criminalidade, manter a ordem e apoiar as forças de segurança.
Os militares vão atuar ao lado da Polícia Sul-Africana em cinco províncias: Eastern Cape, Free State, Gauteng, North West e Western Cape. O objetivo é enfrentar áreas de alto índice de criminalidade e atividades ilícitas.
O custo estimado para o emprego das tropas é de 823 milhões de rands, cerca de 49 milhões de dólares. O período autorizado vai de 1º de março de 2026 até 31 de março de 2027.
Operação e alcance
A mobilização envolve cooperação entre o Exército e a SAPS, com foco em mineração ilegal e gangstarismo. A atuação visa coordenar ações de policiamento com apoio logístico e de inteligência.
A decisão foi anunciada pelo presidente Ramaphosa na ocasião, sem indicar impactos a outras políticas de segurança. As autoridades reiteram a necessidade de reforçar a presença estatal em áreas críticas.
As informações oficiais indicam que o dispositivo será revisado ao longo do tempo, com avaliações de eficácia e necessidade de continuidade. Não há, até o momento, declarações sobre alterações no cronograma.
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