- O Departamento de Defesa dos EUA informou detalhes do início da operação contra o Irã, ocorrida no fim de semana, com foco em impedir ameaça militar e âmago nuclear do Irã.
- A operação Epic Fury começou por volta de 1h15 (horário de Washington) de sábado, com mais de 100 aeronaves em ação e mais de mil alvos atingidos nas primeiras 24 horas.
- O objetivo é destruir a capacidade de mísseis do Irã e impedir que o país obtenha armas nucleares, segundo autoridades americanas.
- Já foram registrados quatro militares dos EUA mortos na operação; a sequência de ataques incluiu centros de comando, força naval, instalações de mísseis e infraestrutura de inteligência.
- Frankl as declarações também mencionaram a morte do líder supremo iraniano (Ayatollah Ali Khamenei) em um ataque israelense no fim de semana, e o oficial sugeriu que os EUA podem ampliar a presença na região conforme necessário.
O Pentágono confirmou que a operação militar contra o Irã, chamada de Epic Fury, teve início no fim de semana, sem aprovação prévia do Congresso, e ocorre em meio a tensões entre Washington e Teerã. A defesa diz buscar neutralizar ameaças, destruir capacidade de mísseis e evitar que o Irã obtenha armas nucleares.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, apresentou o briefing conjunto com o presidente do Estado-Mato, o general Dan Caine. Eles afirmaram que o objetivo é defender os Estados Unidos e seus parceiros regionais, sem engajar-se em uma campanha de mudança de regime.
A autoridade militar afirmou que o ataque começou na madrugada de sábado, com a participação de mais de 100 aeronaves em operação coordenada entre terra, mar e espaço. Mais de 1.000 alvos teriam sido atingidos nas primeiras 24 horas, priorizando centros de comando, forças navais, instalações de mísseis e infraestrutura de inteligência.
Números oficiais indicam que quatro membros das forças americanas morreram até o momento; novas baixas são previstas conforme a campanha avança. As autoridades destacaram que a operação é contínua e que a densidade de ações pode variar com o tempo e a região.
Os comandantes ressaltaram que parte do planejamento envolveu ações cibernéticas e espaciais para degradar a capacidade de observação e resposta do Irã antes de movimentos terrestres. Não houve divulgação de locais específicos das operações iniciais.
Hegseth afirmou, sem detalhar prazos, que o tempo estimado para a duração da guerra pode variar. Em resposta a perguntas, não houve confirmação sobre a presença de tropas em solo iraniano, mas foi ressaltada a disposição de ampliar ações se necessário.
Caine informou que a ofensiva contou com meses de planejamento e que houve reforço da presença militar na região nas semanas anteriores para dissuadir o Irã. A meta anunciada é impedir que o Irã projete poder além de suas fronteiras.
Entre as declarações no briefing, houve referências a avanços técnicos, com foco na destruição de estruturas de comando e de rede de defesa. As autoridades reiteraram o compromisso de evitar ações que coloquem civis em risco.
O episódio ocorre simultaneamente a discussões diplomáticas em curso entre os EUA e o Irã sobre o programa nuclear e a possibilidade de negociações futuras. Não foram divulgadas previsões oficiais sobre o desfecho ou a duração do conflito.
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