- Um drone atingiu instalações militares da RAF Akrotiri, em Chipre; os danos foram mínimos e não houve vítimas.
- O Ministério da Defesa britânico confirmou o ataque e informou que o personal não essencial foi disperso das instalações.
- Keir Starmer anunciou que o Reino Unido autoriza o uso de bases britânicas pelos EUA para atacar depósitos de mísseis iranianos, em coordenação com Alemanha e França.
- O primeiro-ministro disse que a decisão é para defender britânicos, os aliados e cidadãos na região, destacando que está em conformidade com o direito internacional e que o parecer legal será publicado.
- Entre as bases potenciais para uso pelos EUA está Diego García, no arquipélago de Chagos, área em que o Reino Unido havia resistido à abertura anterior.
Um drone atingiu as instalações militares da RAF Akrotiri, em Chipre, causando danos mínimos e sem vítimas. O ataque ocorreu poucas horas depois do anúncio de Keir Starmer sobre autorizar o uso de bases britânicas pelo Exército dos EUA.
O Ministério da Defesa do Reino Unido confirmou o ataque e informou que o pessoal essencial foi retirado para se dispersar na área rural próxima. As operações na base seguem em funcionamento, segundo o governo.
O primeiro-ministro britânico afirmou, em mensagem gravada, que Irã passa a representar risco a britânicos e a aliados na região. Starmer disse ter adotado medidas para proteger vidas e interesses britânicos, dentro do direito internacional.
Desdobramentos na região
Starmer indicou que a participação britânica seria coordenada com aliados, incluindo Alemanha e França, para destinar-se a neutralizar depósitos de mísseis iranianos.
Segundo o premiê, a decisão visa evitar ataques e proteger civis, além de preservar a segurança de britânicos no exterior. O texto legal que embasa a ação foi divulgado pelo governo.
Potenciais bases de ação dos EUA
Entre as instalações consideradas, surge a possibilidade de uso da base de Diego García, no arquipélago de Chagos, em operações futuras contra alvos iranianos, conforme avaliação do Reino Unido.
A iniciativa ocorre após discussões com aliados e diante de ataques a interesses ocidentais na região, mantendo o foco na defesa coletiva sem promover confrontos abertos.
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