- O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a ofensiva contra o Irã continuará pelo tempo que for necessário, sinalizando possibilidade de um conflito prolongado desde os ataques de sábado.
- No Pentágono, o secretário de Defesa e o chefe do Estado-Maior anunciaram que mais tropas dos EUA estão a caminho do Oriente Médio e que grandes ondas de ataques estão por vir.
- O Irã disse estar preparado para uma guerra longa. Os EUA e Israel afirmam já ter atingido mais de dois mil alvos no Irã; Teerã lançou retaliação a Israel e a outros países da região.
- Hezbollah entrou no conflito, lançando foguetes e drones contra Israel em retaliação a ataques israelenses; o governo do Líbano criticou a ação e pediu a desmilitarização do grupo.
- Afeganistão e Paquistão realizaram ataques fronteiriços a partir de Bagram; não houve baixas anunciadas, mas imagens de satélite mostraram danos a estruturas; o Paquistão declarou estar em “guerra aberta” com Kabul.
O conflito entre EUA, Israel e Irã não mostra sinais de arrefecimento. Desde o fim de semana, ataques aéreos conjuntos atingem alvos iranianos, com Washington sinalizando que a ofensiva pode se estender por semanas. O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a ofensiva pode durar mais do que o previsto, caso seja necessário.
- Esforços de coordenação
Durante briefing no Pentágono, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, e o chair do Estado-Maior, Gen. Dan Caine, anunciaram que novas tropas estão a caminho do Oriente Médio. A mensagem é de continuidade dos ataques e escalada futura, segundo as autoridades.
Ação e planejamento
Hegseth afirmou que a operação Epic Fury não terá o formato da guerra do Iraque e não foi descartada a presença de tropas no Irã. Em resposta, Teerã disse estar preparado para um conflito longo, enquanto Israel afirmou que continuará atuando conforme necessário.
Trump voltou a dizer que os ataques visam desmontar a capacidade de mísseis do Irã e desmantelar a marinha iraniana, com afirmativas de que o regime não poderá obter armas nucleares. As Forças Americanas e de Israel dizem ter atingido mais de 2.000 alvos desde o início das ações.
Impactos e vítimas
O confronto já provocou centenas de mortes, incluindo lideranças iranianas no topo e militares dos EUA. Além disso, houve ataques de mísseis contra vários países da região, com consequências humanas e geopolíticas amplas. O mercado global de petróleo acompanhou a escalada, gerando apreensão sobre uma guerra regional mais ampla.
Reações e desdobramentos
No fronte interno de Israel, o governo diz manter defesa firme e mobilizou reservistas para diversas frentes. Em Beirut, o Hezbollah anunciou entrada formal no conflito, em retaliação a ações contra a Síria e o Líbano, elevando a tensão na região.
Contexto regional
A crise envolve também o Paquistão e a Aƒeganistão, com ataques cruzados na base aérea de Bagram. Islamabad afirmou estar em guerra aberta com Cabul, após ações aéreos paquistaneses contra posições afegãs. A situação aumenta o risco de choque entre forças da região.
Panorama estratégico
Analistas apontam que a ofensiva dos EUA e de Israel visa neutralizar capacidades estratégicas do Irã, como mísseis balísticos. Autoridades norte-americanas descrevem a operação como início de uma campanha prolongada, com impactos ainda por vir em termos de alianças regionais e respostas internacionais.
Observações finais
Várias lideranças globais acompanham a evolução do conflito com cautela, diante do potencial de desdobramentos militares, energéticos e diplomáticos. As informações oficiais destacam que a operação segue com objetivos militares declarados, sem previsões de encerramento.
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