- O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que os EUA começaram “operações de combate de grande porte” no Irã.
- Segundo ele, os ataques visam destruir mísseis iranianos e dizimar a marinha do Irã.
- Trump avisou que pode haver baixas entre os EUA durante as ações.
- Disse que a ofensiva não é para o presente, e sim para o futuro, descrevendo-a como uma missão nobre.
- Pede que a Guarda Revolucionária Islâmica se renda, oferecendo imunidade; caso contrário, haveria “morte certa”.
- Em semanas anteriores, EUA e Irã mantiveram conversas sobre o programa nuclear, sem acordo na rodada mais recente.
WASHINGTON, 28 fev (Reuters) – O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que os Estados Unidos iniciaram operações de combate “importantes” no Irã, em uma publicação de vídeo nas redes sociais. Segundo Trump, as ações visam destruir mísseis iranianos e dizimara a marinha do país, e podem ocorrer perdas de militares americanos.
A declaração ocorre após avisos dos EUA e de Israel de que responderiam caso o Irã avance com seus programas nucleares e de mísseis balísticos. Trump afirmou ainda que as próximas etapas podem envolver riscos, inclusive em relação a vítimas americanas, e que a operação não é para o curto prazo, mas para o futuro.
O governo americano descreveu as ações como parte de uma resposta contínua a ameaças redefinidas pelo Irã nas últimas semanas, incluindo negociações nucleares que têm sido retomadas recentemente sem acordo. O confronto é apresentado como uma opção diante da recusa de Teerã em renunciar a ambições nucleares.
Contexto e desdobramentos
Washington e Teerã realizaram negociações sobre o programa nuclear iraniano nas semanas anteriores, a mais recente sem um acordo. Autoridades americanas não detalharam o tipo de alvos ou a escala das operações em andamento.
No meio das negociações, Trump ressaltou que Teerã rejeita repetidamente oportunidades de abandonar suas ambições nucleares, segundo ele. O Kremlin e outras Washington parcerias não tiveram anúncios oficiais de envolvimento imediato.
Atualizações sobre números de baixas, movimentações militares e próximos desdobramentos dependem de novos comunicados oficiais e de informações de agências de inteligência. Autoridades públicas não confirmaram reuniões adicionais neste momento.
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