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Irlanda busca cooperação com vizinhos da OTAN para enfrentar ameaças marítimas

Plano de segurança marítima da Irlanda prevê radar, vigilância subaquática e maior cooperação com aliados da OTAN para enfrentar ameaças híbridas no Atlântico Norte

Banners displaying the NATO logo are placed at the entrance of new NATO headquarters during the move to the new building, in Brussels, Belgium April 19, 2018. REUTERS/Yves Herman
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  • Irlanda apresenta a sua primeira estratégia marítima, buscando ampliar radar, vigilância submarina e cooperação com aliados da OTAN diante de ameaças híbridas no Atlântico Norte.
  • O documento defende maior cooperação com Reino Unido e França, além de participação potencial no grupo Força Expedicionária Conjunta (Joint Expeditionary Force) de dez membros da OTAN.
  • Há foco em fechar lacunas de monitoramento com novas tecnologias, incluindo radar, sonares acoplados a cabo, sonobuoys e tecnologias espaciais.
  • O relatório também destaca o aumento do uso de tecnologias como embarcações não tripuladas e drones marítimos para monitoramento e defesa.
  • Irlanda destinou cerca de 0,2% do PIB à defesa em 2023 e planeja um orçamento de 1,5 bilhão de euros para 2026, com avanços previstos nos próximos dois anos; o governo ressalta a importância estratégica da cooperação diante de riscos a infraestruturas críticas.

Ireland avança com estratégia marítima para reforçar cooperação com vizinhos da OTAN e enfrentar ameaças no Atlântico Norte. O documento prevê ampliar radares e vigilância subaquática, além de estreitar laços com membros da OTAN.

O texto aponta vulnerabilidade em águas territoriais, que abrigam cabos de dados transatlânticos e conectores energéticos críticos. A estratégia cita a atuação de uma possível frota paralela russa e o risco de espionagem e sabotagem, negado pela Rússia.

Aproveitamento de tecnologia de ponta é foco: radares, sonar rebocado, sonobóias, drones marítimos e veículos não tripulados. O governo busca maior cooperação com o Reino Unido, França e o grupo Joint Expeditionary Force.

Cooperação e objetivos estratégicos

Segundo o documento, Dublin planeja participar de atividades conjuntas com a OTAN, mantendo diálogo com programas de compartilhamento de dados da UE. A meta é preencher lacunas de monitoramento nos próximos dois anos.

Orçamento e panorama de defesa

Dados oficiais indicam gasto de 0,2% do PIB em defesa em 2023, entre os mais baixos da UE. O orçamento de 2026 é de 1,5 bilhão de euros, cifra acima de quatro anos atrás, mas ainda abaixo da média da UE.

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