- Irlanda apresenta a sua primeira estratégia marítima, buscando ampliar radar, vigilância submarina e cooperação com aliados da OTAN diante de ameaças híbridas no Atlântico Norte.
- O documento defende maior cooperação com Reino Unido e França, além de participação potencial no grupo Força Expedicionária Conjunta (Joint Expeditionary Force) de dez membros da OTAN.
- Há foco em fechar lacunas de monitoramento com novas tecnologias, incluindo radar, sonares acoplados a cabo, sonobuoys e tecnologias espaciais.
- O relatório também destaca o aumento do uso de tecnologias como embarcações não tripuladas e drones marítimos para monitoramento e defesa.
- Irlanda destinou cerca de 0,2% do PIB à defesa em 2023 e planeja um orçamento de 1,5 bilhão de euros para 2026, com avanços previstos nos próximos dois anos; o governo ressalta a importância estratégica da cooperação diante de riscos a infraestruturas críticas.
Ireland avança com estratégia marítima para reforçar cooperação com vizinhos da OTAN e enfrentar ameaças no Atlântico Norte. O documento prevê ampliar radares e vigilância subaquática, além de estreitar laços com membros da OTAN.
O texto aponta vulnerabilidade em águas territoriais, que abrigam cabos de dados transatlânticos e conectores energéticos críticos. A estratégia cita a atuação de uma possível frota paralela russa e o risco de espionagem e sabotagem, negado pela Rússia.
Aproveitamento de tecnologia de ponta é foco: radares, sonar rebocado, sonobóias, drones marítimos e veículos não tripulados. O governo busca maior cooperação com o Reino Unido, França e o grupo Joint Expeditionary Force.
Cooperação e objetivos estratégicos
Segundo o documento, Dublin planeja participar de atividades conjuntas com a OTAN, mantendo diálogo com programas de compartilhamento de dados da UE. A meta é preencher lacunas de monitoramento nos próximos dois anos.
Orçamento e panorama de defesa
Dados oficiais indicam gasto de 0,2% do PIB em defesa em 2023, entre os mais baixos da UE. O orçamento de 2026 é de 1,5 bilhão de euros, cifra acima de quatro anos atrás, mas ainda abaixo da média da UE.
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