- O chanceler alemão, Friedrich Merz, questionou se faz sentido desenvolver um caça tripulado de sexta geração devido aos problemas do FCAS.
- O ministro da Defesa, Boris Pistorius, afirmou que o destino do FCAS ficaria claro nos próximos dias.
- Merz sugeriu buscar parcerias com outros países europeus caso seja necessário manter um caça tripulado e furtivo.
- O FCAS, cujo custo é de cerca de 100 bilhões de euros, tem sido atrasado por rivalidades industriais.
- Fontes indicam que Alemanha e França podem abandonar o caça conjunto, mantendo cooperação em drones e na chamada nuvem de combate; Merz destacou que a Alemanha não precisa, hoje, de um jato capaz de operar em porta-aviões.
German Chancellor Friedrich Merz questionou a necessidade de um caça tripulado de sexta geração para a Luftwaffe, citando dificuldades no projeto FCAS, que busca desenvolver esse jato avançado.
Segundo Merz, o avanço do projeto exige elevado custo e ainda não está claro se é essencial para a defesa alemã nas próximas décadas. Ele sugeriu explorar parcerias com outros países.
O FCAS é um programa multilateral entre Alemanha, França e Espanha, iniciado em 2017 para substituir caças atuais. O projeto tem enfrentado entraves e disputas industriais que ameaçam sua continuidade.
Melhor alternativa, segundo o chanceler, seria manter cooperação em outras frentes, como drones e a chamada combat cloud, conectando plataformas tripuladas e não tripuladas.
Merz aponta ainda diferenças estratégicas entre os países envolvidos. Enquanto a França busca um jato com capacidades nucleares e porta-aviões, a Alemanha não vê essa necessidade no momento.
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