- O ministro da Defesa do Reino Unido, John Healey, afirma que as forças britânicas terão papel vital na missão Arctic Sentry da OTAN, durante visita à Noruega.
- O governo britânico planeja dobrar o efetivo no país, chegando a dois mil soldados nos próximos três anos.
- A missão Arctic Sentry busca ampliar a segurança na região Ártica, incluindo Groenlândia, em meio a discussões sobre interesses na região.
- Healey aponta que a Rússia é a maior ameaça desde a Guerra Fria, com Putin reativando bases antigas na região.
- O Reino Unido discute propostas da missão com a OTAN em Bruxelas, enquanto a defesa registra o maior aumento de gastos desde o fim da Guerra Fria; a Joint Expeditionary Force fará treinos no High North com centenas de militares em Iceland, nos estreitos dinamarqueses e na Noruega em setembro.
O ministro da Defesa do Reino Unido, John Healey, afirmou que as Forças Armadas britânicas terão participação vital na missão Arctic Sentry da OTAN, durante visita à Noruega. Ele anunciou também o aumento de tropas do país na região para 2.000 ao longo de três anos.
A missão Arctic Sentry visa reforçar a segurança no Círculo Ártico, incluindo a Groenlândia. Healey citou as recentes declarações do presidente dos EUA sobre a possibilidade de aquisição da Groenlândia e ressaltou a necessidade de presença militar na área.
Healey deve discutir propostas da missão com autoridades da OTAN em Bruxelas na quinta-feira. O encontro ocorre no contexto de críticas do presidente Donald Trump a aliados europeus sobre a segurança da Groenlândia, gerando tensões com a OTAN.
Aumento de defesa e exercícios no Norte
O governo britânico informou o maior incremento de gastos em defesa desde o fim da Guerra Fria, após pressão de Trump para que a Europa aumente o esforço.
A aliança liderada pelo Reino Unido planeja grande atividade do Joint Expeditionary Force no High North, com centenas de militares em exercícios em Islândia, Estreito Daniado e Noruega em setembro.
- A operação envolve deslocamento de tropas para a região ártica em apoio à OTAN
- O objetivo é ampliar a presença britânica e a cooperação com aliados na região
- O anúncio reforça a linha de comunicação entre Londres, Bruxelas e Washington sobre segurança no Ártico
Entre na conversa da comunidade